Ao encontro de Blogueiros daqui de Beja, seguido de conversa, na Biblioteca Municipal José Saramago sobre “Blog - o novo mndo da comunicação” promovido pela Associação de Defesa do Património de Beja. Conforme diz o Nikonman, aqui, dá ideia que vai lá estar muita gente que nunca ouviu falar de nós. Mas nós cá vamos!
Arquivo de Fevereiro 2004
Neste post da Praça da República, Nikonman reproduz a sua crónica de hoje na Rádio Pax. Lê atentamente a incongruência entre os preços e os rendimentos entre Portugal e outros europeus, mas, hélas, faz uma descoberta à custa dessa leitura:
os comerciantes, aqueles que conseguem praticar promoções de 30, 40 e 50%, são os ganhadores destes tempos de depressão!
Esses energúmenos devem estar é podre de ricos e é bem feito que tenham levado com o IVA e o PEC em cima que é para aprenderem!
Razão tem a Sra. Ministra!
Num só ano encerraram mais de 4 centenas de estabelecimentos de comércio a retalho, só em Beja prevê-se que este ano cerca de 50% encerre até ao Natal, mas não é por efeito da crise, é porque vão gozar as centenas de milhares que meteram ao bolso!!!
De certezinha absoluta, ò Nikonman, com esta não contava eu!

Invasões Bárbaras de 1995 e Bocas do Inferno de 1997, os primeiros 2 trabalhos dos Gaiteiros de Lisboa, foram reeditados numa única apresentação. Tratam-se de dois CD’s esgotadÃssimos, editados pela Farol e que representam o que por cá de melhor se vai fazendo em prol da música tradicional portuguesa.
Quem não conhecer os originais é não perder esta oportunidade que aparecerá, muito em breve, nos escaparates das nossas inúmeras discotecas…!
Se eventualmente não o descobrirem nesses escaparates poderão sempre contactar directamente os Gaiteiros de Lisboa.
A propósito das leis que se tentam fazer aprovar em França, proibindo a exibição de sinais culturais religiosos, será que pensarão ainda a vir a proibir os circuncisados de frequentar casas de banho públicas?
Não seria despropositado diante de tanta estupidez!
Irresponsável, a senhora, diz-se aqui.
Irresponsáveis somos todos por ainda crer em responsáveis desta natureza! Embora haja sempre uns menos irresponsáveis do que outros, como é evidente! Basta uns mesitos depois, após umas mortezitas, uns milhares de desalojados, a destruição do serviço de saúde e o bloqueio do sistema económico, assumirmos que fomos irresponsáveis em crer nos “responsáveis” que promoverem esta porra!
Mas foi a pensar no bem de todos, pois claro!
Gestão Pax Julia (II)
Ainda a propósito do modelo anunciado pelo Sr. Presidente da Câmara de Beja para o futuro Pax Julia, aconselho novamente a leitura atenta do que aconteceu no projecto Casa da Música no Porto, aqui denunciado pelo CrÃtico, para que se possa ver, quem quiser e ainda conseguir, o que dá atribuir responsabilidades onde não existem competências!
Endereço para o Praça da República, aqui, o anúncio de mais uma sessão das Conversas de Beja, organizadas pela Associação de Defesa do Património de Beja, a ocorrer na Biblioteca Municipal José Saramago no próximo Sábado, pelas 16 horas.
Denúncia pungente no CrÃtico
Depois de ler esta denúncia no CrÃtico, que parece só agora ser do conhecimento público, dá que pensar o que se vai fazendo por este paÃs e, talvez, o porquê de ter sido recentemente pedida pela nova administração mais uma inspecção à s contas, desta vez recaindo sobre anterior administração.
Não sei se a Pedro Burmester poderá ser assacada a responsabilidade dos factos, mas que o deveria ter denunciado pública e atempadamente, não me resta dúvida.
Michel Giacometti em exposição

Se vivo estivesse Michel Giacometti teria completado 75 anos no passado mês de Janeiro.
O Centro Cultural de Cascais promove Michel Giacometti - a caminho de um museu, uma exposição sobre o trabalho do etnomusicólogo mais profÃcuo em Portugal. E cito do site da Gaita de Foles:
(…) Através desta exposição, que foi construÃda a partir do acervo existente no Museu da Música Portuguesa, pretende-se dar a conhecer a vida e obra de Michel Giacometti e, também, o trabalho e o programa do Museu.
A primeira parte da exposição conta-nos a história e dá-nos a conhecer o plano de trabalho, o contexto e o percurso da sua investigação. Na segunda parte são apresentadas a colecção de instrumentos e o seu legado documental, como os discos da Antologia da Música Regional Portuguesa, os filmes Povo que Canta e toda a documentação levantada nas suas missões pelo paÃs. A exposição termina com os “sons escolhidosâ€?, partindo da selecção de quatro instrumentos musicais, que são tocados por quatro músicos convidados.
O etnomusicólogo está sepultado em Ferreira do Alentejo não tendo a sua sepultura nenhuma especial alusão a quem foi Michel Giacometti. Merecia mais respeito, ele e quem dele precisa de saber!
Pax Julia - Vergonhoso!
Através do Francisco Nunes tomei conhecimento do que o Sr. Presidente da Câmara de Beja disse, parece que de forma definitiva, em entrevista a Carlos Pereira neste Diário do Alentejo.
Fiquei atónito! Diria mais, estupefacto, perante tamanha irresponsabilidade. Leiam, por favor:
Quanto à programação e à direcção artÃstica do cine-teatro, o autarca bejense diz que “não estamos preocupados porque o departamento sócio-cultural da câmara assegurará a actividade regular no Pax Julia.(…)
e ainda:
” (…) torna-se necessário apenas na ponta final do ano começar a contratar o pessoal técnico absolutamente indispensável (isso está consignado no contrato-programa que fizemos com o Ministério da Cultura), nomeadamente técnicos de som e de luzes, de que a Câmara de Beja não dispõeâ€?
1 - Nunca a Câmara Municipal de Beja, fosse através de que departamento fosse, muito menos pelo pelouro da cultura que sempre esteve relevado para plano secundário ao ser assumido pelo próprio Sr. Presidente, conseguiu levar a cabo, por sua iniciativa, uma programação cultural, tendo sido a Casa da Cultura o paradigma dessa vergonha até hoje! A única excepção chama-se Biblioteca e tem uma cara e uma equipa - José Figueira Mestre.
2 - Técnicos de luzes e de som Beja não dispõe? O Sr. Presidente, pela certa, nem os seus munÃcipes conhece!
Das duas uma, ou não conhece mesmo, o que é grave, ou não cura de querer conhecer pois pretende que, mais uma vez, se siga o “dictat” do deserto cultural que os responsáveis da Câmara nos têm brindado!
Vergonhoso! É o mÃnimo que posso dizer! O Sr. Presidente ao dizer o que disse desrespeitou muitos bejenses e, se calhar, tem consciência disso!
A Catarina chama a atenção para um novo blogue sobre a maior violoncelista portuguesa de todos os tempos e uma das melhores mundialmente, Guilhermina Suggia.
Não é vulgar cuidarmos do que é nosso, do que nos dá aquilo que hoje se diz de valor acrescentado, vivemos no fado de sermos ainda menos do que somos e, por tal, é de saudar a iniciativa de criação de um blogue só para a dar a conhecer.
Já coloquei o link nos meus “confortos” e aqui fica para darem uma espreitadela.
Bem hajam!
A espaços segui a entrevista que a SIC transmitiu a Pinto da Costa. Falou como é seu costume sem hesitações nem equÃvocos, um personagem quem se gosta ou não! Mas não é para falar do senhor nem de bola que aqui o trago, antes por uma precisão que ele fez no decurso de uma pergunta de um dos jornalistas. O jornalista formula uma questão dizendo: a opinião pública diz…….., sendo de pronto interrompido pelo entrevistado que questiona : desculpe, a opinião pública ou a opinião publicada? Fixei esta precisão por considerar pertinente já que, enquanto os polÃticos que foram eleitos por pouco mais de metade dos eleitores tendem a falar em nome de todos os cidadãos, os jornalistas pretendem que o que é por eles escrito e dito é a opinião pública. Ora, nem polÃticos têm substracto para poderem falar em nome de todos os protugueses nem os jornalistas se podem arvorar em detentores da opnião pública. Por isso é bom que assinem, pois desta forma a sua opinião vale como a dos demais cidadãos.
Eu sei, eu sei que ninguém o conhece, que não é divulgado nos media, não há carros alegóricoa, eu sei. Eu sei que em Ovar tudo se veste a rigor e que na Anadia usam folhos e pinturas e que em Braga se mascaram a preceito! Mas, aqui prós lados de Beja, ninguém se mascara! As pessoas destrajam-se e desfilam pela cidade. É um “fórró!!!
Ontem um amigo jornalista em reputado diário português manifestou-me a sua angústia por não pretender que o que escreve seja lido pelos leitores do jornal, pois deiz que quando escreve se dirige somente à blogosfera.
Como mostrou sentir-se bastante deprimido aconselhei-o a falar com um compadre da blogosfera que parece padecer de problema inversamente idêntico, conforme se pode ler neste Adufe!
No entanto, sempre lhe fui dizendo que poderá ser uma crise transitória embora ataque sobretudo aqueles que abraçam um grupo querendo simultaneamente demonstrar que são “outsiders” do mesmo!
Ontem um amigo jornalista em reputado diário português manifestou-me a sua angústia por não pretender que o que escreve seja lido pelos leitores do jornal, pois deiz que quando escreve se dirige somente à blogosfera. Como mostrou sentir-se bastante deprimido aconselhei-o a falar com um compadre da blogosfera que parece padecer de problema inversamente idêntico, conforme se pode ler neste Adufe! No entanto, sempre lhe fui dizendo que poderá ser uma crise transitória embora ataque sobretudo aqueles que abraçam um grupo querendo simultaneamente demonstrar que são “outsiders” do mesmo!
Ao que parece crises existenciais começam a afectar um pouco os Blogueiros mais antigos! E porquê? Porque se importam eles em querer saber para quem escrevem? Será que um jornalista ou mesmo um escritor estará preocupado em saber quem o lê, se é gordo ou magro, homicida ou frade, se tem blogue ou se não se bloga? O Rui Branco do Adufe já respondeu mas, para mim, é certamente uma crise existencial. Isso com o tempo passa!
O Crítico abriu-se a uma segunda participação e, curiosamente, a propósito do Concerto Soave na Gulbenkian, abre-se um interessante debate sobre a apreciação do concerto. A seguir!
O CrÃtico abriu-se a uma segunda participação e, curiosamente, a propósito do Concerto Soave na Gulbenkian, abre-se um interessante debate sobre a apreciação do concerto. A seguir!
Fala-nos agora de freiras e de um certo deus. Passou-se!
Fala-nos agora de freiras e de um certo deus. Passou-se!
em que um gajo repara que só se consegue vir a rir se ler coisas destas!
em que um gajo repara que só se consegue vir a rir se ler coisas destas!
Hoje, em Beja: 1 - Pedro Madaleno - Casa da Cultura. Veja-se. 2 - “Os Novos desafios da União Europeia” - Pousada de S. Francisco. Veja-se. Hoje, em Lisboa: - Cecil Taylor - CCB. Veja-se. Alguém se atreverá a dar uma dica?
Por falta de tempo ou disposição tenho dedicado muito pouco espaço à Gaita de Foles e o que muitos jovens têm feito para a sua recuperação, ensino, divulgação e reposição do relevo que peredr no panorama musical português.
Faço uma referência especial à Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita de Foles que tem desde 1994 efecua um trabalho profícuo neste campo, possuíndo um dos melhores sites temáticos de música tradicional portuguesa que conheço, veja-se.
Por último, ainda a propósito do ensino da Gaita de Foles, louvo o projecto ímpar da Academia de Música de Ançã em prol do ensino de instrumentos tradicionais portugueses - cavaquinho, bandolim, gaita de foles, viola braguesa e concertina, conforme pode ver aqui
Há pessoas que se associam porque acreditam que juntas fazem mais e melhor, sendo que quando nisso realmente acreditam, os resultados estão à vista. Bem hajam!
Por falta de tempo ou disposição tenho dedicado muito pouco espaço à Gaita de Foles e o que muitos jovens têm feito para a sua recuperação, ensino, divulgação e reposição do relevo que peredr no panorama musical português. Faço uma referência especial à Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita de Foles que tem desde 1994 efecua um trabalho profÃcuo neste campo, possuÃndo um dos melhores sites temáticos de música tradicional portuguesa que conheço, veja-se. Por último, ainda a propósito do ensino da Gaita de Foles, louvo o projecto Ãmpar da Academia de Música de Ançã em prol do ensino de instrumentos tradicionais portugueses - cavaquinho, bandolim, gaita de foles, viola braguesa e concertina, conforme pode ver aqui Há pessoas que se associam porque acreditam que juntas fazem mais e melhor, sendo que quando nisso realmente acreditam, os resultados estão à vista. Bem hajam!
Carlos Nuñez! Eu sei, todos conhecem! Um dos melhores gaiteiros do mundo. Eu sei e vocês sabem também. Todos sabemos. Mas vão ouvi-lo ao CCB, os que não foram ao Rivoli.
Aqui vai um extracto de um email que recebi da A. C.:
sábado, fui ver o carlos núñez ao rivoli (pronto, ele lá vai dar um concertito ao ccb, que é para a malta não ficar a augar). tava esgotado, cheiinho, e com imensas famílias inteiras, crianças incluídas. e claro, não posso deixar de citar os jovens, essa abstracta entidade social que teima em encher as nossas cidades, e que se apreenta nestes locais, pagando bilhete como os outros cidadãos. pois, els lá estavam, dançando e saltando e batendo palmas como os outros! incrível! (agora podia perorar acerca da vitalidade da música tradicional portuguesa, e das novas gerações de músicos emergentes, etc, etc, mas inda sou nova para isso) e subiu ao palco uma gaiteirinha do porto (digo inha porque é nova) convidada pelo artista, chamada teresa, que eu não conheço as imagino vir a conhecer mais coisa menos coisa. o circuito é pequeno, e os grandes dão nas vistas.
Olha, olha, a música tradicional enche o Rivoli!!! Sacrilégio!
Carlos Nuñez! Eu sei, todos conhecem! Um dos melhores gaiteiros do mundo. Eu sei e vocês sabem também. Todos sabemos. Mas vão ouvi-lo ao CCB, os que não foram ao Rivoli. Aqui vai um extracto de um email que recebi da A. C.: sábado, fui ver o carlos núñez ao rivoli (pronto, ele lá vai dar um concertito ao ccb, que é para a malta não ficar a augar). tava esgotado, cheiinho, e com imensas famÃlias inteiras, crianças incluÃdas. e claro, não posso deixar de citar os jovens, essa abstracta entidade social que teima em encher as nossas cidades, e que se apreenta nestes locais, pagando bilhete como os outros cidadãos. pois, els lá estavam, dançando e saltando e batendo palmas como os outros! incrÃvel! (agora podia perorar acerca da vitalidade da música tradicional portuguesa, e das novas gerações de músicos emergentes, etc, etc, mas inda sou nova para isso) e subiu ao palco uma gaiteirinha do porto (digo inha porque é nova) convidada pelo artista, chamada teresa, que eu não conheço as imagino vir a conhecer mais coisa menos coisa. o circuito é pequeno, e os grandes dão nas vistas. Olha, olha, a música tradicional enche o Rivoli!!! Sacrilégio!
António Pinho Vargas acaba de ver editado em CD editado pela EMI a sua ópera “Os Dias Levantados“, com libreto de Manuel Gusmão, estreada em 1998 no Teatro Nacional de S. João, no Porto, beneficiando do apoio do Instituto Camões.
Num momento em que as editoras multinacionais fogem da “música clássica” portuguesa é de registar esta aposta neste nosso compositor.
Parabéns António! Aguardamos pela estreia de “Judas” na Gulbenkian!
António Pinho Vargas acaba de ver editado em CD editado pela EMI a sua ópera “Os Dias Levantados”, com libreto de Manuel Gusmão, estreada em 1998 no Teatro Nacional de S. João, no Porto, beneficiando do apoio do Instituto Camões. Num momento em que as editoras multinacionais fogem da “música clássica” portuguesa é de registar esta aposta neste nosso compositor. Parabéns António! Aguardamos pela estreia de “Judas” na Gulbenkian!
De forma velada tentei, aqui, dizer a falta que Francisco José Viegas fez na penúltima edição da Grande Reportagem. Agora levo nas ventas com a notÃcia da sua saÃda. Depois de José Manual Barata Feyo, depois de Miguel de Sousa Tavares, chega a vez de Francisco José Viegas. A ver vamos, mas ou muito me engano ou teremos mais um delgadinho. Dá jeito, diz o que convém e, francamente, venderá a retoma junto dos imbecis!

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