Mai 252004
Fui lá ver. Demorei-me. Tentei diversos ângulos. Reformulei. Voltei a ver de novo…
O Nikonman tem toda a razão! Está um nojo! Jorge Vieira não merecia, a escultura não merecia e os bejenses também não. Um dia destes os miúdos vão fazer concursos para ver quem chega ao topo mais depressa, à semelhança do que diariamente fazem, mesmo ao lado, na rampa/telhado em paralelo do café do Jardim do Bacalhau.
A história e a fotografia estão aqui, na Praça da República.
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4 Respostas to “Escultura de Jorge Vieira”
Comentários (4)
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Não é a isso que se chama uma escultura viva?
Um abraço,
Francisco Nunes
Não ponho em dúvida que o local da escultura não me parece também brilhantemente escolhido, mas confesso que a própria escultura, não só essa mas muitas outras que vamos vendo por este País fora sobretudo no centro de rotundas, são de um manifesto mau gosto, embora possam traduzir um qualquer sentimento do artista que produziu a escultura, a qual na maioria das vezes só ele a entende.
e olha a polémica que a história está a dar. mas já percebi porquê: a fotografia!
sem ela, as pessoas não se teriam apercebido do enorme erro.
será que a escultura vai mesmo lá ficar?
De facto, Nikonman, a imagem tem hoje uma força inimaginável há 100 anos. Não sei se é bom ou não, o facto é que a imagem ocupa hoje o lugar que à palavra era reservado.
Mas vem isto a propósito da fotografia que titaste e publicaste que sem ela o problema não teria tomado as dimensões que está a tomar.
Quanto à escultura (da qual eu gosto bastante, respondendo ao amigo Congeminações) se fica ali ou não é uma questão, se calhar, programática para as futuras autárquicas. Não duvido de que quem prometer tirá-la dali dará votos!