É pôr um pé na ponte D. Luiz, outro na ponte d’ Arrábida e lavar os tomates no rio Douro!

Ocorre-me sempre esta chalaça, muito divulgada na minha adolescência, quando ouço comentadores políticos filiados em partidos, com um pé dentro e outro fora, cujo objecto só vislumbro ser o de almejar obter um poder que o seu escol não lhes confere.
Desta vez foi depois de passar os olhos pelo Paulo Gorjão onde dá eco de que J. Pacheco Pereira, no seu Abrupto, anuncia agora (só) razões para abandonar tais lides!


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