Arquivo

Arquivo de Setembro, 2004

Isto está tão difícil!

30, Setembro, 2004 admine 3 comentários

Os portáteis dão muito jeito em viagem, mas um gajo perda a paciência ao querer fazer as visitas habituais com um modem a 56k!
Por falar em perder a paciência, está ali um senhor a falar com a Judite de Sousa com um discurso tão sério, tão sério, que até apeteceria que se lhe perguntasse se pagou o IVA de todos os quadrinhos que comprou e tem em casa ou se terá dito que dispenssava o recibozito. Palavra de honra!

Narciso / Seabra / Assis e aparelho

30, Setembro, 2004 admine Comments off

Desde a “peixeirada” da lota que muito se tem dito sobre os intervenientes e pouco sobre o líder da distrital, Assis. Fala-se de aparelho servindo este para encaixar o que melhor aprouver.
No entanto, o tal relatório do PS está hoje on-line, sob o título «Seabra “pactuou e exibiu-se” na lota e Narciso foi negligente», publicado pelo Comércio do Porto na sua edição de hoje. Leiam, releiam e reflictam sobre quem é quem, mesmo no aparelho.
Para mim vai uma grande distância entre quem serve apenas nos bastidores dos partidos, que promete apear determinado elemento para lançar outro, sempre em surdina, e quem tem obra feita e exposta em prol dos cidadãos. Mas é apenas a minha opinião.

Também p’ra cá temos um “Cromo”

30, Setembro, 2004 admine Comments off

O líder da distrital do PS, o Presidente de Ferreira, de seu nome Pita Ameixa, escreveu no último nº do Diário do Alentejo. Eu li, acreditem, li tudo, mas não consegui tirar dali nada que lisongeasse o autor.
No entanto, o Francisco deu-se a esse trabalho e zurziu no coitado, quer dizer, coitado pelo que é e não pelo poder aparelhítico que detém e alimenta.
O que mais me assusta não é a saída de Carreira Marques, com a óbvia perda da CDU. Não, não é isso. É que assomam-se-me arrepios só de pensar nos que se acotovelam para lhe querer suceder!

Não fazia ideia!

30, Setembro, 2004 admine Comments off

Professores há 15, 18, 20, 25 anos retirados das escolas onde leccionavam há mais de 10 pelo facto de não serem ainda efectivos, sujeitando-se que os agora doentes ou insuficientes lhes retirem o lugar?
Esta não, esta não me ocorreria!
Directores Gerais e Sub-directores na função pública, contratados com chorudos vencimentos, só desde o início do governo de Durão Barroso, já vão para cerca de 7.000 enquanto que estes professores, há mais de uma década no ensino, não são ainda efectivos?
Porra!!!

“Links” batem record de preços!

29, Setembro, 2004 admine 4 comentários

Em tempos em que em senhores constituídos vendem caro o acto de linkar eu dou de barato quando gosto e aplaudo.
É o presente caso, direitinho para o Anarca que diariamente me diverte com o seu olhar sobre a realidade.
Excerto:

«mas politicas liberais? onde onde? no PP e no PSD? épá…pra fazer politicas liberais é preciso em primeiro lugar ser livre…livre de compadrius ….livre de traficâncias de influências….de lugarzinhus abifados à pala de serviçais fretes…. enfim ter uma vida que não tenha sido à conta do Estado….ora onde estão eçes gajes? hã?»

Orquestra do Baixo Alentejo

Há bem pouco tempo falou-se sobre a política cultural da Câmara de Beja sem obviamente se atingir um diálogo sereno e profícuo – há muita gente que desata logo ao insulto (ver os comentários ao post da Marta Mestre) obviamente porque não estará interessada em que se abane o “poiso”
Ora convém dizer que para além do que a Câmara elabora, há em Beja agentes privados capazes de envolver todo o Baixo Alentejo em projectos que relevo de preciosos para a região – refiro-me, mais uma vez, à excelência do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Com efeito, o CRBA descentraliza as suas iniciativas promovendo as “Semanas da Música” em todos os concelhos seus associados que aderiram a esta iniciativa, compostas por 4 concertos e 2 sessões pedagógicas. Como se trata de um projecto descentralizador, Beja não será contemplada por esta iniciativa pois já beneficia há uns anos das “Jornadas Culturais de Outono”. Baseado nestas premissas as “Semanas da Música” ocorrerão em Aljustrel, Alvito, Almodôvar, Barrancos, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Serpa, Sines, Odemira e Vidigueira.
Dos programas a apresentar saliento:
1- a aposta na música de câmara em detrimento de recitais a solo;
2- o facto dos agrupamentos serem constituídos por músicos que residem ou trabalham no Alentejo;
3 – a Orquestra do Baixo Alentejo.
Exactamente, Orquestra do Baixo Alentejo que já conta com mais de 200 actuações em 5 anos de existência e tem uma qualidade inesperada para uma instituição que não aufere qualquer subsídio permanente, estatal ou autárquico, para a sua existência. Este facto é tanto ou mais importante porquanto desde o tempo em que Rui Vieira Nery foi Secretário de Estado da Cultura que se determinou que a haver uma orquestra no Alentejo ela teria de ser sediada em Évora tendo sido atribuídas verbas para o efeito em detrimento de Beja,.
Ora Évora nunca conseguiu erguer uma orquestra com um mínio de qualidade ou progamação periódica nem tão pouco se sabe onde estarão as aludidas verbas, enquanto que Beja constituiu a sua, que funciona, tem qualidade e auto-promove-se com o apoio do Conservatório Regional do Baixo Alentejo e de instituições públicas e privadas que financiam pontualmente as suas actuações como sejam o agora denominado Instituto das Artes, o Ministério da Cultura, o Governo Civil de Beja, a Delta Cafés, o Correio da Manhã, a RTP, a Rádio Voz da Planície e o Diário do Alentejo, no presente caso das “Semanas da Música”.
Ao que ouvi dizer, o anterior Ministro da Cultura teria já adiantado que iria avançar com o apoio a uma orquestra para o Alentejo sediada em Beja, tendo para tal contribuído em muito o empenho do Governador Civil de Beja. Ora, mudaram os governantes (não o governo, ao que parece) e corremos o risco de regressar à estaca zero.
Esperemos que não e esperemos que quando se falar de cultura no Baixo Alentejo não se fale só do que as Câmaras fazem, mas também do que permitem ou não que agentes, promotores e programadores independentes possam fazer. É que será tanto ou mais grave o que não permitem que a sociedade civil realize do que o que elas, per si, não farão!

Não será ao contrário?

28, Setembro, 2004 admine 3 comentários

Neste post, Paulo Gorjão afirma:

«(…) Pela minha parte tenho a dizer que acho excelente que tenha triunfado o pragmatismo. O idealismo em política geralmente acaba mal

É curioso! É minha firme ideia de que o atoleiro niilista em que o Ocidente mergulhou vem dos anos 80, exactamente quando o dito “pragmatismo” arredou a ética e a moral da política e, mais tarde, da sociedade em geral, entregando a firmeza das convicções às determinações da “finantia”!
Ser pragmático, nesta asserção, não significa não ser idealista. Significa, outrossim, negar as suas próprias convicções se a conquista de votos a tal aconselhar, ou seja, governar à bolina das sondagens.
Poderei estar enganado, claro está!

A Formação da Identidade

Este post do Albardeiro suscitou-me agumas dúvidas, não relativamente à constatação do poder dos media na formação de identidade, mas nas formulações enunciadas.
Para o bem e para o mal, Albardeiro, os processos de formação de identidade(s) estão não nos média em geral, mas na televisão, retirando à escola e mesmo aos pais a posição dominante que neste assunto durante séculos detiveram. Com efeito, mais de 70% dos valores que estão a formar os jovens são os que lhes advêm pela “caixa mágica”. (a este propósito ver “El Llibre Blanc: L’ Educació en L’Entorn Audiovisual” estudo realizado e publicado pelo Conseil de L’ Audiovisual de Catalunya”)
Com efeito, são muito poucos os valores que os pais e a escola transmitem e são assimilados pelos adolescentes e pelos jovens se não tiverem uma correspondência nos audiovisuais.
O que me parece exigível (já o defendi por aqui e por onde me vão permitindo) é reequacionar o que é “Serviço Público” Audiovisual (conceito aparentemente tão difícil de precisar) e legislar no sentido de o enquadrar, definitivamente, num projecto de educação e veiculação de cultura.
Ora, isto só será possível quando a Cultura, a Educação e o Audiovisual dependerem de uma só tutela que lhes permita criar um grupo de trabalho para estudar a melhor forma de enquadrarem harmoniosamente um projecto desta envergadura.
O que tenho como certo é que sem o audiovisual a trabalhar conjuntamente com as escolas, estas pouco êxito obterão junto dos seus alunos, para além do ensino puramente técnico.

Quem me saberá dizer

qual foi a empresa estrangeira interessada em construir uma fábrica de montagem com cerca de 200 postos de trabalho em Beja, dedicada à montagem de pequenas aeronaves de passageiros, que após contactar a EDAB, S.A. (Empresa para o Desenvolvimento do Aeroporto de Beja, S.A.) decidiu instalar-se em Évora?

Apesar do prometido

27, Setembro, 2004 admine Comments off

volto aqui a falar da “revista” Grande Reportagem.
O último número chocou-me, jornalísticamente falando, mas não fora o Luís Ene ter abordado o assunto eu manter-me-ia calado mais uma vez.
É ver o que o Luís descreve sob o título «O estado do jornalismo em Portugal».
O que aconteceu não é qualificável, muito menos a atitude do director, Joaquim Vieira de seu nome, ao dedicar em exclusivo o seu editorial a enaltecer essa “peça” horrenda, enquanto Joel Neto assinava mais um excelente artigo de investigação.
Nojo! Nada mais.

O PS com Sócrates

27, Setembro, 2004 admine 3 comentários

O Miguel Silva escreveu uma reflexão sobre o que poderá vir a ser o PS com esta vitória esmagadora de Sócrates em texto que recomendo, donde transcrevo:

«Na realidade, o espaço de relevo que a esquerda do PS vai ocupar dentro do partido vai depender muito da vontade da nova direcção. Se Sócrates fechar as portas, a esquerda do PS fica em stand by, à espera de melhores dias

Tenho algumas dúvidas sobre a liberdade de Sócrates, Miguel. É que a julgar pelos resultados e pela posição assumida pela totalidade do aparelho (sobre os aparelhos e quem serão os militantes anónimos de hoje, ver excelente texto do Francisco Nunes em respsota a Pacheco Pereira), dá-me ideia de que Sócrates pouco poderá decidir que não vá de encontro ao que os seus apoiantes, ou melhor, aos de Jorge Coelho e Francisco Assis, desejarem.
Poderíamos ainda pensar que Sócrates poderá agora, arredado o fantasma de uma facção, adoptar ideias e soluções preconisadas pelas outras candidaturas sem necessitar de lhes prestar vassalagem.
É certo, para mim, que Sócrates navegará à bolina das sondagens, mas o que parece evidente é que este resultado, apesar de produto do aparelho, confere ao eleito um poder legítimo muito superior ao somatório de todos os “bonecos” do aparelho! Ele tem margem para prescindir daqueles em que não confia, daqueles que poderão ser desprezíveis eleitoralmente e até adoptar posições mais próximas daquelas que o grupo de Manuel Alegre defendeu.
Até às autárquicas não haverá grandes ondas – todos serão precisos – mas não estranharei se, após essa consulta, não ousará o próprio líder afrontar o aparelho que o elegeu, a exemplo do que no passado fez Sá Carneiro e Soares.
Tem margem de poder para tal e só dessa forma evitará permanecer onde nenhum líder gosta de estar – refém de um aparelho que outros dominam e manietam.
A ver vamos.

Cultura em Beja

27, Setembro, 2004 admine 1 comentário

A Marta do Corpo Veloz escreve sobre sobre a ausência de uma estratégia cultural em Beja contrapondo com o que, no seu entender, Serpa e Mértola já conseguíram.
Nestes Ideias Soltas já abordamos algumas vezes (vezes a mais para muita gente) o que vamos pensando sobre esse assunto, mas é o mesmo que berrar contra as paredes. Pode ser que pegue de novo no tema (valerá a pena?), mas os comentários que a Marta recebeu àcerca do seu texto esmorecem qualquer um. Para quê? Sentam-se plácida e pesadamente sobre a sua competência e quando alguém , mesmo por bem que seja, sugere algo que não tenha ainda pensado, zás trás, pás, p’ra lá santanas, arreda-se quem ousou pensar como se de um energúmeno diletante se tratasse.
Não estou em total acordo com o que diz a Marta, acho que Beja tem un número de iniciativas culturais elevado atendendo à população que alberga e, por outro lado, há pessoas que muito se esforçam para que elas aconteçam, mas não posso deixar de subscrever um parágrafo que considero ser o pomo da questão:

«Beja constitui uma cidade sem uma política cultural coerente sustentada na definição das vocações dos espaços, na criação de públicos, na programação cultural, ou na mediação e comunicação dos seus propósitos. Parece ancorar-se nos seus álibis para sustentar a cultura que não tem. E os álibis mais flagrantes são a edificação de espaços e recintos para actividades sem a exposição prévia da sua estratégia cultural. Sem objectivos e sem projectos estes espaços tendem a agregar à sua volta as competências mais díspares.»

Para já por aqui me fico. Há muita poeira, muita genta a lançar areia para os olhos, outra tanta a nunca abordar o assunto por esta via (a blogosfera), sob pretexto de que não será a melhor. Ora, é melhor que o silêncio, a mordaça, o autismo e o inevitável insulto de quem nada terá a acescentar à sua vida.
Regressarei a este assunto sempre, sempre que valer a pena e considerar que existem pessoas interessadas em aprofundá-lo.

O que é um Blogue de Referência?

24, Setembro, 2004 admine 5 comentários

Muito se tem escrito sobre a blogosfera, sobre o que são blogues de referência, sobre o tamanho dos textos, enfim, todos dão uma achega com o intuito de alcaçarmos uma definição precisa, necessidade que nos advém do positivismo em que ainda fomos educados.
No entanto, a complexidade do homem em relação e no devir está para além de uma significância única, de uma definição que o reduza a uma fórmula abstracta eterna, exactamente porque os instrumentos de medida que construímos – a matemática e a subsidiária estatística -são de tal forma abstractos que não conseguem captar a objectividade do ser e, diante da sua incapacidade, proclamaram como conhecimento objectivo a aquele que pode ser medido por essas ferramentas e subjectivo os restantes, as ditas ciências humanas e sociais.
Vem este enredo a propósito da constatação de que os blogues mais visitados são os que adoptaram o estilo de textos curtos, a reboque da constatação de que se assim não for os leitores não terão suficiente paciência para os ler.
Ora, mesmo após ter passado pelo Ivan que sugere a leitura do Barnabé e do Anacleto, fui ao Albardeiro onde dei com um texto sob o título «Marx! Oh Marx… onde estás? … é só para dizer que está na altura de… vamos fazer de outra maneira… estás perdoado!».
Os Barnabés e os Anacletos usam texto curto enquanto a Albardeiro prega-nos com um lençol tamanho, mas um lençol que me prendeu até ao fim, enquanto os outros, os dos textos curtos, dos textos de comentários dos comentários, dos textos do sempre em cima da urgência do tempo real, acabam por me desinteressar muitas das vezes.
O Albardeiro, afinal, blogue pouco lido certamente, ficou uma referência para mim, sendo certo que isso de um blogue ser de referência ou nem por isso, também não pode ter uma significância universal.

Havia um Gajo…

24, Setembro, 2004 admine Comments off

que não cessava de dar cabeçadas na parede até que lhe perguntaram, olhe lá, porque não pára com isso, deve doer-lhe comó caraças.
Pois dói, amigo, mas quando páro é tão bom!

Vem isto a propósito de ter constatado que hoje veio cá parar, via Google, à procura de ideias soltas, o mesmo IP, 52 vezes de seguideira. Em 10 minutinhos!
Safa, ele inda há gente d’ ímpetos!

Celeste Cardona na CGD

23, Setembro, 2004 admine 2 comentários

Ía dizer qualquer coisa, mas já está tudo aqui! Já nem indignar-me consigo!

Janelas Escancaradas

23, Setembro, 2004 admine 2 comentários

Em tão recôndito e reservado meio, mas de “panela” e maledicência fácéis como aqui em Beja, é com tristeza que ouço e leio despudorados comentários sobre a vida privada de algumas pessoas.
Ainda se se dirigissem frontalmente a quem pretendem desnudar não seríamos nós inundados, na rua e na blogosfera, por assuntos que não nos dizem respeito e só interessarão a quem neles se sentir envolvido.
Por mim, caros compadres, passo! Não por cínico pudor, tão-só por ter elevado prazer pelo que em recato privo.
Definitivamente, escancarar as janelas de casa não é para mim afrodisíaco.
E ponto final sobre este assunto. Haja pudor!

Associação de Amigos de GUILHERMINA SUGGIA

22, Setembro, 2004 admine 1 comentário

O Virgílio Marques no excelente blogue Guilhermina Suggia, faz um convite generalizado a quem pretender participar na criação da “Associação de Amigos de Guilhermina Suggia”. Quem estiver interessado bastará contactá-lo conforme lá anuncia.

Santana condecora Carlucci!!!

22, Setembro, 2004 admine 1 comentário

Sim, eu sei, o país não vai bem, ele é a colocação de professores, ele é a destruição da Segurança Social, ele é o desmantelamento do Serviço Nacional de Saúde mas, porra, há coisas que me tiram mesmo do sério!

Frank Carlucci condecorado com a Ordem do Infante por Santana Lopes!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Apesar do que se sabe talvez ainda não saibam quem é este senhor! Espião, diplomata, director da CIA, administrador de várias empresas norte-americanas com interesses na Europa (entre as quais a Carlyle)?
Talvez o Sr. Dr. Mário Soares vá à pressa participar na cerimónia, mesmo agora que parece querer denunciar os obscuros meandros dos interesses norte-americanos, interesses esses que ele tão bem serviu e alimentou através da tutela de tão sinistra figura!
Esta gente é inqualificável, mas nós amparamos-lhes a merda que eles cagam na gente, de alto e de repuxo!

ps: não, não sou comunista, nem militante, nem simpatizante, nem sequer votante.

Por que não?

22, Setembro, 2004 admine Comments off

O mais fácil será dizer que é demagógico. Mas será ou é um adjectivo que serve para nada fazer e esquecer a nossa falta de solidariedade e, mais grave, a ausência de cooperação séria?

A imagem foi sacada do Blogo Social Português e pertence a uma campanha publicitária que foi censurada pela MTV.

Verão Quente

22, Setembro, 2004 admine 5 comentários

Durante este Verão, entre Julho e Agosto, ou pelo calor ou pela proximidade das eleições autárquicas ou por outro motivo qualquer, surgiram muitos blogues novos do Alentejo, nomeadamente, de Beja.
Pelo facto de não me ter ligado durante o mês de Agosto este momento criador passou-me despercebido e só muito recentemente dei conta do sucedido.
Contudo, pelo facto de ainda não ter uma percepção firme, alterei o que é costume no Ideias Soltas, criando uma nova entrada de links sob o título “Blogues de Beja e Outros Novos”, onde procurei incluir os que, de repente, conheci. Esta lista não é definitiva e só o tempo me poderá aconselhar se a manterei tal qual como está ou se a deverei reduzir ou acrescentar. É que se não tenho já dúvidas do interesse que alguns destes novos links me suscitam de outros ainda não estou seguro.
Assim, embora tardiamente, endereço as maiores felicidades na blogosfera a:
A Casa da Malta
A Fábrica de Sonhos
A Outra Margem
A Sombra da Azinheira
Alem(tejo) Calhando
Alentejo World
Aliciante
Azul e Branco da Cal
Berlaitadas
Coisas de Beja
Corpo Veloz
De Tudo um Pouco
Espelho Mágico
Estremoz in Loco
Diálogos Secretos
Falar da Gente
Futuro Alentejo
Homem do Pau
Picoso
Pedra a Pedra
Quidiuris
Sonho Meu
Textos Longos
The Blog of Cyberchaparro

INQUISIÇÃO PORTUGUESA: tempo, razão e circunstância

21, Setembro, 2004 admine Comments off

O Congresso Internacional “Inquisição Portuguesa: tempo, razão e circunstância” organizado pelo

, pelo Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pelo Centro de Estudos de Cultura Brasil-Europa decorrerá entre os dias 20 e 22 de Outubro na Reitoria da U.L., conforme já tinha anunciado.

O programa completo já pode ser visualizado e as inscrições podem ser feitas “on-line”, aqui, no próprio ISTA ou através do facs 210322300, custando 50€, 25 para estudantes.

Insisto na divulgação deste congresso por ser o primeiro, de que eu tenha tido conhecimento, que conta com especialistas vários países, de variados quadrantes científicos e, por outro lado, por me parecer que elementos directamente ligados à Igreja Católica abordarão, sem tibiezas, este momento particularmente deplorável da sua história.

Regresso ao Música Viva

21, Setembro, 2004 admine Comments off

A propósito do que Vasco Garrido escreveu aqui no Crítico, senti necessidade de me indignar neste texto ao que o próprio Vasco Garrido já teve ocasião de esclarecer (ver).
No entretanto, o Henrique, amigo já de outros “bailes” e primo autor do Crítico veio em defesa do Vasco, tendo interpretado o que eu escrevera de uma forma diversa da que eu pretendia (ver).
Ora como não há necessidade de mal-entendidos destes aqui vai o meu esclarecimento.

Diz o Henrique:
«Critica o “Ideias Soltas” Vasco Garrido por este escrever 60 linhas sem conteúdo, mas a crítica de Ideias Soltas é feita sem fundamentação, sem exemplos, sem desmontar o texto do Vasco. Não é assim que se critica um texto. Se não gostou do que leu, caro Carlos Araújo Alves, diga porquê. Provavelmente porque Vasco Garrido tem razão e o amigo não gostou…»

Ora, meu amigo, como o próprio Vasco Garrido já esclareceu, tratou-se de um texto de humor (nas suas palavras) nada havendo a fundamentar se texto de crítica não foi! Até poderei ver agora algum humor, mas a forma não foi a mais feliz pois, ao não pretender menosprezar os compositores portugueses daquele área (conforme esclarece), o que sobressai é necessariamente um desinteresse generalizado pela mesma. Ora, não se pede e muito menos se obriga ninguém a alterar as suas preferências musicais, elas são do íntimo de cada qual, mas por que diabo é que se não se é sensível a determinada manifestação artística se escreve sobre ela? É que, como em outros domínios, a qualidade dos criadores e das suas obras não é uniforme, sendo que no género da música electroacústica e electrónica temos compositores com nome firme e reconhecido internacionalmente e que por cá não é sequer uma obra executada não fora o Festival Música Viva, como por exemplo Isabel Soveral ou João Rafael, para não citar mais.
Bom, como o Vasco Garrido já esclareceu o que entendeu ser necessário, julgo nada ter mais a acrescentar a este assunto, colocando um ponto final.

O Henrique mostrou-se consternado mais adiante:
«Critica-se no “Ideias Soltas” este blogue e eu próprio em particular, sem fundamentação alguma, por não fazer “crítica isenta”, quando aqui nunca se fez outra coisa: crítica isenta e livre, deliberadamente livre e franca. Essa observação é incompreensível, vinda de alguém que estimo muito e que conheço e não pode deixar de ficar registado e marcada.
(…)
É que é esse o trunfo deste blog: a isenção. Não pertencer a lobbies, não estar dependente do “meio musical” para o sustento e ganha pão. O ser independente de amiguismos e de intrigas. O ser totalmente indiferente à opinião e à vaidade dos medíocres e afins.
»

Foi aqui que me doeu. Doeu pelo facto de o Henrique ter interpretado o que eu de modo algum pretendi dizer. Relembro o que escrevi que motivou este mal-entendido:

«Mas aconteceu e aconteceu num dos blogues meus preferidos, no Crítico, onde o Henrique Silveira desde início me habituou a escritos não isentos, mas sérios, inteligentes e sentidos.»

E reafirmo, Henrique. É que em lugar algum escrevi ou disse que o Henrique Silveira não tinha uma escrita independente. Independente, séria, inteligente e sentida, completo o que tinha escrito. Agora isenta é que não! Isento, Henrique ninguém é, felizmente. Ora, sem sair da música, pelo facto de sermos mais sensíveis a determinado género ou época, por exemplo, faz com que seja impossível a isenção quando ouvimos ou criticamos o que não somos tão sensíveis. Isto é claro, natural, humano, verdadeiro tanto para ti, como para mim como todos os demais (que pensam e são sensíveis).
Assim, peço que releves este mal-entendido enquanto tal, pois parece que se ambos relermos o que dissémos rapidamente constatamos que nenhum de nós pretendeu ofender ou tão-só zurzir argumentação contraditória.
Fica então o almoço, o das Gaitas no Fundão já não poderá ser, mas não faltará ocasião!

Petição de Apoio ao Software Livre

20, Setembro, 2004 admine 2 comentários

Da Ana Clément recebi um e-mail que apela ao apoio explicito do Projecto de Resolução n.º 254/IX – Contra as patentes de software na União Europeia – que visa inverter o infeliz voto favorável a patentes de software emitido por Portugal na reunião de 17/18 de Maio de 2004 no Conselho Europeu de Ministros, a ser votado no prómixo dia 23.
Assim, para quem estiver interessado transcrevo, na íntegra, o email recebido:

«Acção Urgente: ajude hoje a mudar o voto de Portugal no Conselho da UE!

Caro apoiante da FFII,

No próximo dia 23 de Setembro será votado o Projecto de Resolução n.º 254/IX – Contra as patentes de software na União Europeia em defesa do desenvolvimento científico e tecnológico, proposto na Assembleia da República pelo Deputado Bruno Dias (PCP). Esta moção visa inverter o infeliz voto favorável a patentes de software emitido por Portugal na reunião de 17/18 de Maio de 2004 no Conselho Europeu de Ministros.

ttp://www3.parlamento.p

t/PLC/Iniciativa.aspx?ID_Ini=20489

Por este motivo, é urgente que escreva uma carta em papel ou fax, (pode enviar um email também, mas o contacto “não digital” tem mais impacto), aos seus deputados preferidos pedindo-lhe que apoie esta Resolução, mesmo que seja feita por um partido opositor.
Se puder enviar esta carta em nome da sua empresa, faça-o. É importante realçar que a sua empresa também será afectada.

Bons pontos a focar incluem a rejeição a patentes de software expressa por quase 2900 portugueses na petição entregue no Parlamento Europeu a proposta do Parlamento Europeu que claramente exclui patentes de software depois de um longo período de estudo, e pode incluir como anexo o Apelo Urgente disponível em http://swpat.ffii.org/cartas/co ns0406/index.pt.html

Para ajudar a mostrar, especialmente aos partidos que compõem o governo, a nossa vontade de um mercado de software Europeu livre de patentes de software, é necessário este pequeno esforço. Por favor, ajude-nos pois este gesto é importante e urgente.

Contacto no PP: Grupo Parlamentar do Partido Popular
- 14 Palácio de S. Bento
1249-068 LISBOA
Tel: 800205158 (linha verde)
gp_pp@pp.parlamento.pt

ontacto no PSD:
rupo Parlamentar do Partido Social Democrata – 105
alácio de S. Bento
249-068 LISBOA
el: 800205156 (linha verde)
p_psd@psd.parlamento.pt

Contacto no PS:
Grupo Parlamentar do Partido Socialista – 96
Palácio de S. Bento
1249-068 LISBOA
Tel: 800204342 (linha verde)
gp_ps@ps.parlamento.pt

Contacto no PCP:
Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português – 10
Palácio de S. Bento
1249-068 LISBOA
Tel: 800200358 (linha verde)
gp_pcp@pcp.parlamento.pt

Contacto no BE:
Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda – 3
Palácio de S. Bento
1249-068 LISBOA
Tel: 800204027 (linha verde)
blocoar@ar.parlamento.pt

or Cyclops em Domingo Setembro 19

Petição on-line: AQUI.

Bufar Belinhas!

20, Setembro, 2004 admine 1 comentário

À Ana, que há um ano faz sonar as suas Letras.

Estarrecido

20, Setembro, 2004 admine 3 comentários

Dei voltas ao pensamento se deveria ou não anunciar o aniversário destas Ideias Soltas por saber que, apesar de ter alguns samaritanos que teimam em aturar o que vou para aqui escrevendo, não é um blogue de massas – as visitas são as que são e os textos nem sempre da melhor qualidade, sentidos embora e sempre, sempre, independentes de qualquer poder instalado ou socialmente encapotado, vulgo “panelas”!
Arrisquei (senão ninguém se lembraria mesmo) e a verdade é que se por um lado fiquei envorgonhado por não resistir, por outro, as palavras de alguns amigos afagaram docemente o meu ego. E isto, “hélas”, (em português, porra, no específico caso), faz-nos bem!
Agradeço, à Ana, ao Francisco Nunes, ao Anarca, este e este, ao Luís Ene, ao Leonel Vicente, ao Paulo Gorjão, ao Rui M.C. Branco, ao Raúl, ao Pedro Farinha, ao Nikonman, ao Improvisos, ao Gin, ao Eye, a Chantal, à Mad, a quem aproveito, tardiamente, para saudar a sua vinda para a blogosfera, mas em especial, peço que os demais não levem a mal, ao Henrique e à Catarina, os que como disse no post inicial, me atraíram para esta vida, sendo que a Cat, como nos habituou desde sempre, em meia-dúzia de palavras disse “(…) quem sou/ o que faço aqui (…)”.
Não esqueço a Ana e a Bia, as sobrinhitas que, coitadas, o titio obrigou a virem aos comentários dizer coisas…

O meu estarrecido agradecimento aos que se lembraram, mas também àqueles que por aqui vão passando, mas que a data lhes terá escapado.
Um abraço a todos.

ps: um “p.s.” para a Sónia que também se lembrou, mas cujo último post deixou-me sinceramente preocupado.

Um Ano Após

17, Setembro, 2004 admine 19 comentários

Há um ano iniciei estas Ideias Soltas, ainda no Blogspot, sem saber muito bem o que disto haveria de fazer, se é que seria para fazer algo mais para além de embrenhar-me num novo novo meio de comunicação que oferecia uma virtualidade notável de interacção, com distância física, é certo, mas com um grau de sociabilidade sem paralelo até então.
Esta sociabilidade, a capacidade de fazermos amigos e adversários, de nos aproximarmos e de nos afastarmos de ideias ou meras impressões, o facto de empatizarmos mais ou menos com os autores de outros blogues demonstra-me, se é que dúvidas tinha, que na blogosfera assistimos a um devir de um relacionamento que não difere em muito daquele que desenvolvemos presencialmente. Quando muito procuramos um rosto, ousamos advinha-lo mas, ainda assim, são mais as surpresas que as virtuais certezas que inconscientemente idealizamos quando nos encaramos.
Durante Agosto fiz um teste a mim próprio, se isto era já um vício e se assim fosse até que ponto afectaria maleficamente a minha vida e, em tal caso, se me conseguiria libertar. Depois deste remanso fiquei com algumas certezas: sim, é um vício; sim, como qualquer outro bole com a minha vida; sim, consigo libertar-me mas, tal como com o cigarro, não quero porque dá-me gozo estar por aqui.
Ora, como qualquer vício, é preciso que isto seja para nos servirmos dele e não o meio para se servir de nós, bastando estar na blogosfera moderadamente, ou como já disse, “q.b.”.
Bom, sem lamechices, quero agradecer a todos os que lêem o que vou escrevendo, os que se identificam, os que aparecem sorrateiramente, os que comentam, os que acordam e os que nem por isso. É que estas Ideias Soltas são feitas sem outro propósito que não seja manifestar diante de um auditório mais vasto o que naquele preciso momento na alma me vai. Nada mais.
As Ideias começaram por ser só de música clássica, depois de outros géneros, mais tarde de gestão, em geral e cultural em particular, mais tarde desabafos políticos e hoje não sei, ou sei, sei que o que escrevi, mesmo as gafes e incorrecções, tiveram um denominador comum – a minha independência e desinteresse para além de aqui ter escrito.
No entanto, é evidente que hoje sinto que tenho muito mais amigos, mais inimigos e mais, mas muito mais, pessoas quase (o quase devo manter por respeito à radiologia) invertebradas. Mas ainda assim, reproduzo um excerto dum post recente do Luís Ene, onde citava André Muggiati, com o qual me identifiquei e ainda não tinha lido noutro local:

«Ao montar um blog consegui aquilo que o Orkut promete mas não consegue dar. Logrei formar uma rede de relacionamentos pela web. Navegando por outros blogs, fui identificando pessoas que expressam pensamentos que me sensibilizam. Desses blogs, acabei chegando a outros com o mesmo efeito. Fiz uma lista deles na coluna aqui à direita. Eu os visito sempre, deixo comentários. Eles também parecem gostar dos meus escritos e comentam espirituosos. Outros blogueiros encontraram o Ruínas Circulares por acaso e deixaram ali uma mensagem. Fui visitar seus blogs e gostei. Então pus um link aqui nos Blogs Legais e passei a visitá-los com frequência. É uma rede dinâmica, em crescimento.»

Uma palavra de agradecimento ao serviço do Paulo Querido que, após mudanças necessárias em prol de todos os que ali encontram guarida, conseguiu de forma digna resolver um problema que até há bem pouco tempo o atormentava – encontrar espaço para manter um local para as actualizações de todos os blogues alojados.

Concluo então este primeiro ano agradecendo às 20.490 visitas (contador netcode de visitas não de páginas) que me aturaram durante 842 posts e desejando que consigamos estar mais próximos explorando todas as possibilidades de inter-comunicação que estas ferramentas nos fornecem.
Bem hajam!

Adiafa e Mariza em Beja

16, Setembro, 2004 admine 2 comentários

Tal como já foi anunciado, amanhã decorrerão vários espectáculos em Beja no âmbito de uma festa organizada pela empresa Campos dos Media contratada pela Câmara Municipal de Beja para o efeito. O programa integral poderá ser visto, por exemplo, aqui, mas gostaria de salientar dois espectáculos:

1)

O concerto dos Adiafa será especial uma vez que contará com todos os músicos convidados para a gravação do seu último trabalho, “Tá o Balh’ Aramado”, como sejam o Rui Veloso, o José Salgueiro, os Gaiteiros de Lisboa e Paulo de Carvalho, ocorrência que dificilmente se repetirá.

2)

Mariza que realizará o seu último concerto em Portugal este ano onde aproveitará para fazer uma breve homenagem ao Paulo Abreu de Lima, o autor da letra da “Feira de Castro” e da canção do Sting em que Mariza participou.
Curiosamente, poderá acontecer ouvirmos a “Feira de Castro” da autoria de Rui Veloso e letra do Paulo duas vezes – pelos Adiafa e pela Mariza já que consta dos últimos trabalhos destes músicos, “Fado Curvo” e “Tá o Balh’ Armado”.
Muitas boas razões para marcarmos presença.

ps: fotografias sacadas dos sites http://www.adiafa.com/ e http://www.mariza.org/

Gaitas p’ró Fundão! Mai nada!

15, Setembro, 2004 admine Comments off

Convocam-se todos Gaiteiros de Norte a Sul a ir ao Fundão a 17 e 18. Desfilarão 33 grupos nestes dois dias de intenso e profundo labor de gaitas, estando mesmo prevista uma exposição sob o título “O Mundo das Gaitas”!
O programa detalhado pode ser visto aqui no sítio da Associação Gaita de Foles.
Insisto, neste país há muitas coisas das quais nos podemos orgulhar, mas das quais quase não damos conta que existem e vão decorrendo.

Transcrevo um excerto das notas do programa:

«A gaita-de-fole é um instrumento profundamente enraízado na cultura e música portuguesas. Desde a fundação da nacionalidade, em pleno período medieval, existem numerosos testemunhos e documentos que nos falam de gaiteiros e de gaitas de fole como um instrumento muito popular e amplamente distribuído por todo o espaço nacional.
É sobretudo a partir do século XVIII que o instrumento conhece o seu declínio, com a implantação de novos instrumentos e práticas musicais e o abandono progressivo da gaita-de-fole.
Hoje, pouca gente considera este instrumento como “típicamente português” e no entanto, muitos habitantes das nossas cidades lembram ainda o gaiteiro nas festas dos espaços rurais dos pais ou avós, nas memórias difusas da infância e dos momentos das férias passadas “na terra”, marcas da passagem acelerada de uma sociedade rural para um país industrializado e urbano.
E no entanto, ainda existem gaiteiros
. (…)»

ps: ao meu amigo Henrique Silveira que é um bocadito avesso à música electroacústica e electrónica, preferindo uma passagem pela Adega Cooperativa de Reguengos (que não está mal lembrado, não senhor), pergunto se este encontro das Gaitas não lhe será mais apelativo?

Eia, Eng., isto é qué apoiantes!!!

15, Setembro, 2004 admine Comments off

O Francisco Nunes foi consultar a lista de apoiantes do Sr. Eng. Sócrates tendo constatado que, apesar de não serem mais que as mães, muitos há que são várias vezes filhos da mãe, da mesma, bem entendido. Vale a pena ir lá comprovar!

A “Conversa em Família” de Ontem

14, Setembro, 2004 admine 1 comentário

Plagiando a ideia do Luís Novais, foi ontem reactivado o modelo das “Conversas em Família”, agora patrocinado pela cânone organização “los manos de escribá”, onde Sr. Dr. Bagão Félix veio humildemente explicar à nação o que todos já sabíamos.
Nada há a acrescentar ao que o Vítor já escreveu, donde retiro o excerto:
«1- O Governo anterior afinal só manteve o deficit abaixo dos 3% devido às receitas extraordinárias; ia eu dizer, devido a truques de ilusionismo, mas o sô ministro afirmou que não era mágico.
2- Há que reduzir as despesas inúteis e portanto cortar em coisas como a Saúde e a Segurança Social sobrando assim receitas para submarinos e carros ministeriais.
»

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