Neste post, Paulo Gorjão afirma:
«(…) Pela minha parte tenho a dizer que acho excelente que tenha triunfado o pragmatismo. O idealismo em política geralmente acaba mal.»
É curioso! É minha firme ideia de que o atoleiro niilista em que o Ocidente mergulhou vem dos anos 80, exactamente quando o dito “pragmatismo” arredou a ética e a moral da política e, mais tarde, da sociedade em geral, entregando a firmeza das convicções às determinações da “finantia”!
Ser pragmático, nesta asserção, não significa não ser idealista. Significa, outrossim, negar as suas próprias convicções se a conquista de votos a tal aconselhar, ou seja, governar à bolina das sondagens.
Poderei estar enganado, claro está!
Tags: Política
3 Respostas to “Não será ao contrário?”
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Enganado? De certeza que não.
Não estás enganado coisa nenhuma!
Um abraço,
Francisco Nunes
Claro que não.O pior cego é aquele que não quer ver.