Vou lendo, lendo, lendo e até a blogosfera parece ter engolido um metrónomo mecânico dos antigos - tric/trac, tric/trac, tric/trac - pelo Pinto/contra o Costa, pelo Pinto/contra o Costa, pelo Pinto/contra o Costa…
Afinal, Pinto da Costa consegue fazer movimentar os partidos que almejam o poder, seus comentadores e analistas de jornal, televisão, de blogues ou radiodifusão e esquecer Rui Rio, o tal que começou a falar de promiscuidade entre futebol e política, que tratou de assegurar então como seu grande aliado nessa hercúlia tarefa da “anti-promiscuidade” o Sr. Major e seu rebento (muito zangados à época com o “belzebu” da Costa), os quais apearam o Meneses para botar o inefável Marco António na respectiva Distrital, isto porque botar o rebento era demais…
Esta “anti-promiscuidade” estratégica, certamente aconselhada ao Presidente da edilidade por seu mandatário de campanha, Pacheco Pereira, parece ser para reactivar, pois para não se falar sobre o que Rui Rio obrou pela Invicta, nada melhor que invectivar o povo contra um “belzebu”!
Nada de mais, ademais já assim o era no tempo das fogueiras…
ps: a este propósito encontrei este texto do Masson que, salvo melhor opinião, põe os nomes aos … , perdão, às individualidades em disputa.
tags: Media, Política, Rui Rio
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Gostei particularmente do texto aconselhado, mas quero aqui ressalvar que numa abordagem que fiz
ao contínuo desenlace entre o edil e o presidente do FCP, não pretendi com isso apoiar
Pinto da Costa no confronto, até porque não nutro
nenhuma simpatia pessoal por qualquer um, até porque gostaria de assistir à limpeza que o famoso processo “Apito Dourado” deveria causar.
Dizia-me hoje um amigo, Raul, com toda a razão que dessas tretas todas apelidadas de “reformas estruturais” a que se percebe e urge é a da justiça!
O unusitado da questão é os nossos politiquinhos usarem Pinto da Costa como arma de defesa ou de arremesso como se a personagem importasse para tiramos o país do atoleiro em que nos meteram!
Os gajos continuam só interessados na caça ao voto!
Um, ao menos, ainda diz o Cântico Negro. O outro nem sabe quem foi José Régio. A mim deu-me um gozo especial percorrer a casa-museu de Régio em Portalegre. No resto, se a gente, por voto, pudesse extinguir esta política e este futebol!
poem-me a jogar futebol no Porto,porfavor
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