Jan 062005
«DEMOCRACIA s.f., sistema político em que a autoridade emana de demagogos e respectivas seitas mais ou menos secretas; forma suavizada de pandemónio; governo levado do diabo: forma geralmente camuflada de oclocracia»
Para consultar a primeita edição é mesmo ir ver o Dragão. É de partir o côco!
Tags: Ironias
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3 Respostas to “Dicionário Dragoniano”
Comentários (3)
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Afinal vivemos numa demogracia completa!… Bolas! ainda é pior do que julgava…
Um abraço aterrorizado,
Francisco Nunes
Já há alguns dias que não vinha aqui, por falta de tempo.
Gostei do que li, mas (para não deixar créditos por mãos alheias), venho criticar o seguinte:
Parece uma praga, ou talvez seja defeito meu, mas parece que todos embarcam naquilo que dizer criticar: a critica gratuita, o dizer mal de forma inconsequente, sem objectivo explícito.
Pela parte que me toca, apenas me empenho em propagandear umaa quantas ideias, para ver se é possível passar à fase seguinte duma luta dura. Sim porque há que lutar! Mas perece-me que o que prevalece é a “ideia feita e arreigada” de que basta falar para resoilver as coisas. Ou seja, exactamente o que eles fazem; o que o Presidente faz, por exemplo. É necessário agir e saber como. É necessário compreender5 que não há ninguém (ou alguma entidade mística) que ouça o que dizermos e faça o que tem de ser feito. Eles fazem sempre, e apenas, o que lhes convém. Interpretam o que ouvem como querem. Por isso é necessário lutar por objecttivos claros. Também não adianta ficar à espera que alguém toque a corneta (a reunir), porque corremos o risco de ir atrás do lider errado, como tem acontecido tantas vezes. É necessário criar formas de “passar” o controle da vida pública para a população, de conseguir responsabilizar os políticos pelo que fazem, deixando o controlo, sempre, nas mãos do povo. Assim é que é democracia e podemos ter a certeza de que não andamos a “trabalhar” para um qualquer demagogo, pior do que todos estes. Isto é +possível, mas é um caminho árduo, duro, por onde vou seguir. Mas só vou avançar quando as condições o permitirem fazer com segurança. Por isso me “anguistia” tanto esta “derivsa”.
Tem toda a razão, Biranta. Não entenda falta de motivação para buscar um caminho da minha parte. Bem pelo contrário, o que digo é que (ainda não tomei posição definitiva) ainda não encontrei um partido no qual revisse algumas opções que me parecem primordiais.
Tenho, ao longo do tempo, escrito algumas, mas um dia destes conto sintetizar o que considero inadiável.
Muito obrigado aos dois.