Ainda sobre o post anterior e depois de ler o que o Luís Ene escreveu, transponho um comentário que lá deixei:
«O nojo é demasiado, Luís! Tu sabes, disse-te-o pessoalmente que não voto vai para 21 anos, desde a instituição do “bloco central”, em 1983 (com única excepção de Lurdes Pintasilgo), onde o “centrão” iniciou a cega caminhada para uma (na época) C.E.E., nada negociando e trauliteiramente tudo entregando.
Agora, gastos os milhões a troco da entrega da nossa economia, da nossa capacidade de produção, estamos sem nada, sem empresários nem empresas, sem trabalhadores qualificados e sem trabalho, restam tachos, tachos disputados muito para além do limite da decência!
Também te disse que sentia vontade de votar desta vez já que uma coisa seria o “centão”, outra bem pior, o Santrão, mas não encontro ânimo, razão, empatia, gente séria à séria e sinto-me francamente mal. Mal mesmo, Luís, porque não há luz, não há esperança quando assistimos à vacuidade de um assalto ao poder, sem rumo, sem linhas, sem ideias, sem estratégia, sem vida, sem alma.»
Tags: Política
2 Respostas to “O “centrão” da incompetência, do compadrio e da impunidade em pacto de regime!”
Pedimos desculpa mas os comentários estão encerrados de momento.






















Não há apenas abutres na terra. Ainda há Sol
E a esperança conquista-se, com muita luta e muito querer.
Até voltei atrás! Não me digas que o teu conceito de cidadão implica não votar! Custa-me a acreditar. Podes dizer que não tenho nada com isso, mas houve demasiada gente a lutar e a sofrer para que a nossa geração tivesse direito a votar.