Parece ser consensual que a iliteracia galopante que nos assola será o principal óbice ao nosso desenvolvimento, compreendendo-se, só neste contexto, as desastradas, porque sucessivas, reformas educativas que temos devorado.
Será que a resolução deste problema passará pela escola? Temo bem que não!
Desde a década de 80 que se vem estruturando na nossa sociedade a tendência para haver cada vez mais gente a querer ensinar e cada vez menos a querer aprender, levando-me a crer que, neste contexto, será inadequado almejar sucesso a uma qualquer reforma curricular.

O último comentário da Blue Shell fez-me tomar consciência de que, apesar de ser um grande apreciador e habitual consumidor, nunca escrevi uma linha que fosse sobre o chá. Ora, nem é tarde nem é cedo.

Os chás preto, verde e chinês são obtidos a partir da planta Camellia sinensis, rica em substâncias antioxidantes, chamadas polifenóis, que evitam a ação destrutiva das moléculas de radicais livres que atacam as células. Cientistas americanos garantem que as substâncias dos chás têm maior poder antioxidante que as vitaminas C e E.
A maior parte dos estudos que apontam para os benefícios dos chás foi realizada com cobaias. Os componentes químicos desta bebida teriam a capacidade de prevenir alterações no DNA das células. Alguns pesquisadores afirmam que os antioxidantes dos chás seriam úteis principalmente contra o cancro digestivo, em especial o do cólon, vugo intestino grosso.
A diferença entre o preto e o verde são as subespécies e o período da colheita. Há inúmeras variedades e não dá para garantir qual é o melhor para a saúde. Eles têm menos cafeína que o café, mas algumas pessoas são sensíveis a essa substância pelo que devem beber chá com moderação, embora diariamente e desde tenra idade.

Depois de Correia Campos ter ontem anunciado que irá rescindir o protocolo com as Misericórdias, conforme parodiei aqui, ficou a nu, para quem dúvidas alimentasse, que os resultados de exploração apresentados pelos governos PSD/PP dos “hospitais s.a.” foram tudo menos transparentes, para mais não dizer. Este protocolo (um entre centenas) demonstra o enviesado rigor na afectação das despesas – os hospitais s.a. beneficiavam dos serviços previstos nesse protocolo e os respectivos custos eram afectados directamente ao Ministério da Saúde e não aos “hospitais s.a.”.
Isto era um logro, como muitos outros existirão, mas o que se impõe, a bem de uma correcta avaliação da gestão dessas unidades, seria uma auditoria independente e uma inspecção do Tribunal de Contas.
Não se trata de uma qualquer perseguição aos anteriores executivos, antes ter em mão painéis de gestão fiáveis para ajustar, sistematicamente, os processos com desvio ou, em caso de se apurar o insustentável, inverter definitivamente os objectivos e os métodos de gestão adoptados.

Clique na imagem para descobrir o programa que a Mad anuncia, donde saquei a imagem.

Via a Baixa do Porto vou tomando nota dos escritos do Arq. Alexandre Burmester sobre o projecto de Koolhaas.
Eu acho é que aquela merda devia botar-se toda abaixo e começar tudo de novo!
Entrega-se o projecto ao Alexandre (Burmester), a direcção ao Pedro (Burmester) e, por que não, a decoração ao Gerardo (Burmester) e, em vez de Casa da Música (foda-se, raio de nome tão mixuruca), Casa Burmester, em homenagem à gloriosa, homónima e familiar sociedade de vinhos espirituosos, recentemente alienada a espanhóis, por um daqueles patrióticos empresários que em idos tempos (pr’aí há uns 2 anos), em excursão rumaram a Belém para, pungentemente, clamarem junto do Presidente da República, contra a invasão de capital espanhol nas empresas portuguesas, privadas, pois então!
Esta era de leão! Porra, o Porto já não é o Porto? Já não há respeito pela gloriosa tradição familiar?

«Só por não ser a capital?

Porque razão não teve a semana de inauguração da Casa da Música no Porto o mesmo impacto mediático que a Festa da Música do CCB está a ter, com directos televisivos a todas a horas e dias seguidos de primeiras páginas nos jornais?»

esta do “Contrabaixo” à qual cheguei via Portugal dos Pequeninos.

No Só Palpites o Pindérico coloca um texto escrito em 1974, em Portugal, do qual transcrevo:

«”Mas a detenção do poder económico dá ainda uma enorme vantagem política. Os grandes grupos, através da publicidade e da tomada de posições-chave nos órgãos de comunicação de massas, podem influenciar a formação da opinião pública e portanto, indirectamente, da própria vontade colectiva. Podem ainda, das mais subtis formas, tentar corromper os governantes. Tal corrupção atingiu proporções escandalosas no anterior regime, através da circulação das personalidades políticas entre o sector público e o privado e da simbiose pessoal de lugares num e noutro.“»

31 anos depois dá para pensar, não?

Clique na imagem para aceder ao regulamento publicado pelo Luís Ene.

«O Sr. Nélson Mendes tem 32 anos e é tetraplégico…» ver apelo na Catarina.