Poderá parecer um longo e prosaico percurso, mas talvez não, poderá existir uma afinidade que faz o link perfeito – Fanny Ardant – em “La Femme d’à Coté”? Deixo à vossa consideração…


Tags: , , , , , , , ,

Textos Relacionados:


3 Respostas to “de Guerra Junqueiro a Truffaut – afinidades”

Comentários (2) Pingbacks (1)
  1. Um dos maiores de Truffaut, sem dúvida. Mas o filme em que ela brilha mais é o VIVEMENT DIMANCHE! – é tão comovente ver como Truffaut a filmou, com grandes planos sublimes e travellings dela em perpétuo movimento. O filme é uma autêntica declaração de amor. Talvez a última que ele teve a oportunidade de lhe fazer.

  2. carlos a.a. diz:

    Seguramente! Crias cada imagem mais precisa e assertiva, “declaração de amor”…
    É curioso notar que Truffaut explorava os seus amores até ao limite e só apresentava rupturas contextuais quando os “amores” se esgotavam.
    Assim foi com as anteriores e assim foi com a Fanny, que atinge o clímax, (como bem dizes) com “Vivement Dimanche”, precisamente 2 anos após, 1983, da preparação com “La Femme d’à Cotè”.

Deixe um comentário

(campo obrigatório)

(campo obrigatório)