Leio sempre atentamente os doutos contabilistas da nossa praça (especialistas em finanças, diz-se, ou talvez Professores Doutores em Economia), em especial, quando discreteiam sobre despesas e receitas da coisa pública. Sobre os aumentos do IVA, o outro e mais este, ainda, julgo, não terão aquilatado as reais repercussões que o impacto destas medidas poderão ou não acarretar ao euro e, quiçá, o Banco Central Europeu. Aguardarei, com prudência.
Por aqui as diferenças são de somenos importância, sendo que a única de que me alertaram foi aqui mesmo ao pé da porta, na mercearia do Manel Palhaço (perdão, no mini-mercado) ao comprar um “Ice Tea” – peguei em dias garrafas e ele disse-me que agora, por via do IVA, o sabor já não era de limão, mas de lemon.
É bom de ver que mal cheguei a casa fui provar e, verdade verdadinha, sabe-me ao mesmo de sempre!
E à coisa pública, também?


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2 Respostas to “O “Ice Tea” e o IVA – subsídios para um skatós lógos de uma hipotética relação

Comentários (2)
  1. Cuidado amigo Carlos com as máquinas registadoras
    das pequenas mercearias. É que cá por baixo conheço algumas que não fazem no ticket que imprimem a destrinça das três taxas de IVA, 5%, 12% e 19%. E já alertei pessoa amiga que me exibiu um talão em que havia vários produtos uns que deveriam ser taxados a 12 e outros a 19%que tinham sido todos taxados a 19%, por no final do talão apenas estar especificado produto alimentar e a taxa de 19%. Por isso é conveniente verificar sempre as descrição no talão de compras.
    Com um abraço do Raul

  2. carlos a.a. diz:

    Pois é Raul, mas a verdade é que 5% de diferença já dá para os espanhóis constituírem uma frota para distribuição de produtos alimentares num raio de 80 km dentro de Portugal!
    Essa é que é essa!

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