Dei voltas e mais voltas e não me ocorreu um, um único, subsídio para este caso. Quem puder dar uma ajudita aos aflitos portuenses, julgo que será benvindo.
Que sorte lhes saiu na rifa…!
O que é que há para escolher, afinal?


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8 Respostas to “Subsídios para o processo de formação de escolha de um líder político”

Comentários (8)
  1. É caso para dizer amigo Carlos. Dos dois o diabo que os escolha. O PS já demonstrou mais que uma vez não
    conseguir libertar-se dos seus caciques e como não resta aos eleitores outra alternativa, ou votam
    neles ou abstêm-se. No caso de optarem pelo segundo procedimento eles, os ditos caciques são sempre eleitos independentemente da sua baixa representatividade eleitoral. Coisas da Lei Eleitoral que continua a servir os interesses dos dois principais partidos que disputam o poder. Com um abraço do Raul

  2. Os cargos públicos nas autarquias, deviam ir a concurso público/privado e não a eleições.
    Assim como assim, acabamos por pagar o mesmo mas sem resultados práticos.

  3. titas diz:

    “dos dois, que venha o diabo e escolha”
    Mas ainda não quero preocupar-me com as eleições, por isso deixo aqui o apelo:

    Não permitas que a Menina Marota http://eternamentemenina.blogs.sapo.pt/
    nos deixe….

    //(~_~)\ um beijo da Titas

  4. titas diz:

    “dos dois, que venha o diabo e escolha”
    Mas ainda não quero preocupar-me com as eleições, por isso deixo aqui o apelo:

    Não permitas que a Menina Marota http://eternamentemenina.blogs.sapo.pt/
    nos deixe….

    //(~_~)\ um beijo da Titas

  5. silvana diz:

    Ainda bem que não moro no Porto! menos um peso na consciência. Concordo com o jgonçalves, um concurso público vinha mesmo a calhar. Irra!

  6. carlos a.a. diz:

    Aquela gente está mesmo sem saber o que fazer! A quantidade de gente capaz que aquela cidade tem(e julgo que até disponível) e oferecem-lhes nada, rigorosamente nada a escolher.
    Optem pelo que optarem saberão, desde logo, que é mau!
    Triste sina!

  7. ricardo serrano diz:

    …e eu que ainda agora regressei ao Porto

  8. hammer diz:

    não há escolha possível… fraca imaginação a destes dirigentes.

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