não era o pouco de ter, nem o pouco de ser, antes o pouco de ter de ser!
Não é o pouco de não ver o tanto que o rodeia, antes o pouco de o esconder e escamotear, para que a sua brutal mediocridade em poder se constitua numa espiral clientelar.
Não, não se trata de problema de ordem genética, infelizmente; é de ordem ética, sim, de respeito por si próprios, antes do mais, e pelo que os rodeiam.


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