O acréscimo de credibilidade que Cavaco Silva e seus apoiantes entenderam estabelecer como primo motivo para a candidatura presidencial não é totalmente descabido.
Se estou certo que Portugal não ficará mais credível com Cavaco do que com Sampaio, a verdade é que os seus apioantes, nomeadamente Marques Mendes e o PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, Pacheco Pererira, Luís Delgado e demais comentadores a soldo reencontram a personalidade de que necessitavam para eles próprios se sentirem mais credíveis – a figura do Pai espiritual.
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