O édito papal “As Instruções sobre os Critérios de Discernimento Vocacional” barra formalmente a entrada para os seminários a “quem pratica a homossexualidade, apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas ou apoia a chamada ‘cultura gay” pelo facto considerar os actos homossexuais como “pecados graves intrinsecamente imorais e contrários à lei natural”.
Cada qual é livre de em sua casa impor as regras que bem entender, mas é muito estranho que, por um lado, nunca a Igreja Católica tenha condenado publicamente a vergonhosa onda de pedófilia que a varreu, acto esse, sim, repugnável e punível por lei e, por outro lado, é difícil compreender que esses critérios não sejam adoptados, de imediato, aos sacerdotes em exercício, excluindo-os da Igreja!
A medida, em si, encerra e transpõe, aprioristicamente, para a comunidade católica uma atitude xenófoba e de segregação que contradiz a essência do legado de Cristo – o Amor e a Compaixão.
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E é verdadeiramente surrealista que, sendo exigido o celibato, se distinga entre celibato homo ou hetero-sexual!!!