parece ter recentrado o seu discurso – o ímpeto inicial de defesa do status quo do TN D. Maria II e o repentino abaixo-assinado pedindo a demissão da Ministra da Cultura parecem ter sido amadurecidos com o tempo.
De facto, na 6ª feira passada pudemos ouvi-lo no Carlos Alberto afirmar, cito:
Está a comer-se o dinheiro todo entre os teatros nacionais e as companhias velhas»
(…)
«Os teatros nacionais sugam (…) o dinheiro do Estado, mas não são o espaço de desenvolvimento da actividade nem da criação teatral
Insistiu na ideia de que os teatros nacionais deveriam deixar de ser estruturas de produção própria e passassem a existir como estruturas disponíveis para o apoio à actividade teatral.
O tempo parece ser bom conselheiro para a gente de bem que, apesar de não estar imune a reacções epidérmicas, consegue agarrar o bom-senso e pensar fora de lógicas corporativistas, tal como defendi aqui há dias, bem como outos companheiros da blogosfera.
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