A morte de Henriques Pinheiro colocava o problema da sua sucessão à frente dos destinos do Centro Cultural de Beja e, por inerência, da presidência do conselho de administração do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Na altura escrevi que falecera «(…) um homem grande, um homem de causas, de grande exigência consigo próprio, sem medo de contratar profisssionais competentes que o ajudassem a erguer os seus sonhos e não meros “papagaios” que lhe garantissem a ausência de protagonismos alheios (…)» e é com este espírito que endereço a Carreira Marques sinceros votos de sucesso nas novas e nobres funções em que os associados do Centro Cultural de Beja o investiram.
O ex-Presidente da Câmara de Beja é um homem experiente e com uma efectiva ligação à cultura, que foi desenvolvendo ao longo dos anos, em especial nos domínios da literatura e das artes plásticas.


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