Somos o nada do nada que somos
Bebemos a água que nos molha
Serpenteados ao vento de um dia
Balanceados entre duas margens
Livres e despenteados de cabelos
Colhemos a fruta que não semeámos
Gritamos
Suplicamos pelo não merecido
Visitamos ou somos visitados por indesejados
Engolimos qualquer comida que mate
A fome de mendigos sempre vestidos
Da mesma noite no mesmo dia
Diferentes e diferenciados
Todos sonhamos acordados
Algures debaixo do ânimo de verdes caÃdos
Que já não mais acalme outras dores
Daquela que mais dói
Que é de ter
E não querer saber que se tem
de Alice Valente, retirado do livro “Ã?guas Cruzadas”
tags: Cultura, Culture, Divulgação, Poesia









Uma visita breve para desejar um bom fim de semana. Um abraço.
Muito obrigado e igualmente para si, Lumife.
…mas
que surpresa…
É verdade
Sim
A virtude em virtudes está ou existe
Em todos aqueles que se sabem ler verdadeiramente.
E é sempre o que fica do nada de nada
Obrigada Carlos
Um grande abraço
de Alice
Guerreiro da Luz & Freyja se unen para entregar un poco de Cultura y los invitan a visitar
Cultura y Libertad http://culturas.blog.com/
Y Culturas II http://culturasii.blog-city.com/
No tenemos la sabidurÃa que deseamos, pero tenemos las intenciones de compartir Cultura donde unimos las Culturas.
Queremos aportar haciendo encuentro de culturas
Saludos de Guerreiro da Luz & Freyja
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