Ainda a propósito da nova questão Coimbrã que opõe o crítico George à Rabêla Pinta deu-me para pensar que até será aceitável que um gajo gaste tempo a ler merda e a escrever sobre ela. Cada um come do que gosta e gasta o tempo da forma que bem entender, embora eu não acredite que se os Morangos com Açucar fossem realizados pelo Almodovar deixariam de ser a merda que são.
Mas porra, até que uma gaja ter o nome copyrraitado não está mal. Em vez de Meneses, Bragança, Saldanha ou Caneças, Copyright até que é bem mais giro e original! Agora casar com uma gaja com o nome defendido por copyright é que não!
Impensável! Um gajo até nem é esquisito, mas como sustentar um casamento onde ela abona com o copyright e a gente sempre a fodê-lo?
Não se pode andar a foder o abono de família, isso é que não, olha agora… Um gajo nem pode dizer aos amigos que dá uma boas trancas na patroa que eles vão logo pensar que andamos o foder o copyright!


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2 Respostas to “O Copyright e a economia familiar – subsídios e reflexões”

Comentários (2)
  1. Biranta diz:

    Queria sugerir mais uma visita ao meu blog, SOCIOCRACIA, onde coligi uma série de elementos sobre “o Negócio do Medo”. Há para todos os gostos, desde os factos fortemente indiciados, até “teorias da conspiração”, plausíveis. Tudo para demonstrar que há muita gente cuja consciência está a ser “agredida” pela campanha de medo da comunicação social e pela censura cerrada e cretina a este tipo de notícias… Peço a todos que divulguem, de modo a criar uma corrente que não possa mais ser ignorada…

  2. Oh amigo Carlos esta posta quase que me ia escangalhando de tanto rir. Mas efectivamente este tipo de reacções não poderiam merecer outras considerações que não estas. Um abraço do Raul

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