Endereço votos de boas férias a toda a estimada clentela destas Ideias e já sabem, como este blogue é assinado com o meu nome e estarei entre a Torreira e Caminha, passando por A-Ver-o-Mar, se por lá surgirem basta perguntarem por mim que, logo, logo, confirmarão que, para minha felicidade, sou mais um anónimo entre muito boa gente.
Boas férias!
Arquivo: Julho, 2006
A propósito da missão futura do PAX JULIA, o Presidente da Câmara de Beja, na qualidade de vereador da cultura, afirma, no último Boletim Informativo do MunicÃpio, deste mês de Julho, o seguinte:
«Todo este conjunto de ideias norteador das suas funções enquanto equipamento cultural virá a ser incluÃdo numa Carta Cultural do Concelho. Este documento, cuja elaboração se vai iniciar, não só definirá o âmbito da acção dos espaços culturais, como procurará inventariar os agentes e produtores culturais, e traçar um diagnóstico dos hábitos culturais dos habitantes do concelho. Semelhantes dados, e a futura existência de um Conselho Municipal de Cultura, permitirão à Autarquia ter, com maior detalhe, uma visão clara para este sector da sua actividade (…)»
Eu não sei quais serão os resultados práticos da elaboração desta Carta Cultural nem como serão transpostos os seus resultados para a gestão cultural do municÃpio, mas estou, como se depreenderá pelo que aqui enunciei, receptivo à iniciativa, embora tenha sempre alguma relutância quando vejo a tendência de só procurar instituições e/ou associações em detrimento da pessoa, das pessoas que têm o seu espaço de intervenção fora do âmbito de qualquer organização. Resumindo, aguardarei com reservada esperança.
Contudo, depois de a Gisela Cañamero, a pretexto de manifestar a sua preocupação por ainda não ter sido recebida pelo Presidente, criticar o fim da BEJALTERNATIVA e do Além Rock, seguida, mais tarde, pelo Nikonman, não posso deixar de me solidarizar com os responsáveis que tiveram a coragem para o fazer.
Ainda nas últimas eleições autárquicas um candidato insurgia-se pelo escândalo, nas suas palavras, que eram os gastos da Câmara de Beja na cultura - 20%, ainda segundo as suas palavras! Só que a percentagem não está correcta! Não acredito que tenha sido o próprio candidato a consultar o orçamento, tendo talvez pedido a um seu qualquer assessor!
Peguem nas contas de 2005, por favor, e somem os gastos para abrir o PAX JULIA, os gastos com a BEJALTERNATIVA, o Além Rock, a Casa da Cultura, a Biblioteca Municipal, os Museus, os subsÃdios a entidades, as Galerias de Arte, o BEJARTE e os vencimentos mais os pagamentos a prestadores de serviços afectos a estas instituições e vejam o número a que chegam!
Assustador, não? Tão pouco com tanto dinheiro despendido!
Como crÃtico deste género de eventos à custa de dinheiros públicos que marca educativa não deixam á eu atempadamente me manifestei, por serem autênticos sorvedores financeiros, que se aprimoraram sempre em anos de eleições, estranhando, por isso, que a Gisela, que desenvolve um trabalho Ãmpar junto de quem mais dele precisa - as crianças, as escolas e o palco - tenha juntado, num mesmo pacote e pretexto, a sua muito louvável luta pela cultura não massificada com manifestações, culturais com certeza, mas inseridas e arregimentadas no mainstream do circuito comercial!
A Gisela tem, por mérito próprio, toda a razão em exigir ser recebida pela Câmara Municipal na pessoa do seu Presidente, mas não, no meu modesto parecer, juntar alhos com bogalhos num saco muito mal acondicionado, a bem da cultura, entenda-se e, em especial, da sua sustentabilidade futura!
Ao defunto Comércio do Porto, de 29 de Abril de 2005, dizia Maria do Céu Guerra em entrevista conduzida por Anastácio Neto, a propósito do aumento de salas em Portugal, conforme aqui editei:
«Agora falta uma polÃtica para a ocupação e rentabilização dessas salas. Não estou convencida de que, por exemplo, o projecto da arte em rede, que se está a desenvolver no Sul, seja a experiência definitiva para a cobertura destas salas. Acho até perigoso. Portugal é muito dado a compadrios.»
De lá para cá nada mudou! A discussão mantém-se comezinha, no entre ser privada ou pública a gestão, e não numa precisa definição da missão e objectivos e na exigência de uma gestão qualificada, qualificante e competente.
Sem estabelecer estas premissas de gestão é impossÃvel avaliar seja o que for que aconteça nestes espaços e, até, alvitrar sobre se será correcto que o Rivoli possa ir parar à s mãos do “Reino de Deus” ou doutro qualquer califado!
Por fim, aqui desaguarei, desta vez e recorrentemente, até que um dia, para sempre.

Caminha
«A ministra da Cultura lembra que o Rivoli foi “revitalizado com dinheiros públicos” e, por isso, a sua gestão, pública ou privada, deve saber “salvaguardar a dimensão de serviço público que tem obrigação de ter”» (Rádio Renascença)
Perante estas palavras, que subscrevo na Ãntegra, só me resta procurar saber o que é isso de serviço público de Teatros Municipais!
«A minha candidatura é independente. (Jornal de NotÃcias)
Independente de quê, Sr. Major, assim mais concretamente?
Mozart? Que diacho, já chega!
Sim pois, 250 anos, pois, mas todos os dias … ó pá, nunca é demais, pá, mas chega, basta, já enjoa tanto maneirismo!
E o centanário do nascimento de Schostakovitch? Nada?
E os 150 anos da morte de Schumann?
Ah, meu caro Robert, ainda hoje não te conhecem, mas não te aflijas que isto anda por modas, umas hoje, outras amanhã e com tantos amanhãs e modas para inventar poderá ser que a ti, um dia, te toque!
“Carnaval“, op. 9, 1834/5…, como não te conhecer?
«Si le ciel vous a doué d’une imagination active (…) vous vous sentirez peut-être d’autant plus mystérieusement ravi dans un cercle magique que vous vous conformerez moins aux lois de la construction musicale. (…) Mais ce ne sera cependent qu’en vous appliquant aux signes précis et prononcés de l’écriture que vous obtiendrai la maîtrice de la forme et le pouvoir d’une claire ordenance.»
SCUMANN, Robert, “Conseils aux jeunes musiciens“, trad. para francês de Yves Hucher, Ed. Buchet/Chastel (1ª ed em 1848)

Recentemente editado pela Campo das Letras (tem loja online), Rogério Santos aborda neste livro «as relações entre fontes de informação e jornalistas e tem como estudo empÃrico notÃcias produzidas nos anos de 1982 a 1994 acerca da saúde (mais propriamente VIH-sida).»
Tu eras aquela que eu mais queria
para me dar algum conforto e companhia
era só contigo que eu sonhava andar
para todo o lado e até quem sabe ? Talvez casar
Ai o que eu passei só por te amar
a saliva que eu gastei para te mudar
mas esse teu mundo era mais forte do que eu
e nem com a força da música ele se moveu
Mesmo sabendo que não gostavas
empenhei o meu anel de rubi
para te levar ao concerto
que havia no Rivoli
Era só a ti que eu mais queria
ao meu lado no concerto nesse dia
juntos no escuro de mão dada a ouvir
aquela música maluca sempre a subir
Mas tu não ficaste nem meia-hora
não fizeste um esforço para gostar e foste embora
contigo aprendi uma grande lição
não se ama alguém que não ouve a mesma canção
Mesmo sabendo que não gostavas
empenhei o meu anel de rubi
para te levar ao concerto
que havia no Rivoli
Foi nesse dia que percebi
nada mais por nós havia a fazer
a minha paixão por ti era um lume
que não tinha mais lenha por onde arder
Mesmo sabendo que não gostavas
empenhei o meu anel de rubi
para te levar ao concerto
que havia no Rivoli
Carlos Tê: letra
Rui Veloso: música
O Rivoli e a mediocridade lamacenta
Primeiro esvaziou-o de verbas, depois de programação, depois da sua directora e agora diz que se gasta muito dinheiro para o manter!
Quem é que pôs este homem à frente da Câmara do Porto sustentado no chavão publicitário - “acabar com a promiscuidade entre a polÃtica e o futeboll” - e agora ninguém o ouve falar dele? Ora puxem lá pela memória!
Entretanto, a ler “Rui Rio fecha as portas do Rivoli” pelo Tiago Bartolomeu Costa.
está a fazer-se, fazendo-se de cada vez com mais de Alice!
Excertos de “SER-SE empacotado“:
«E já todos tão “mal alimentados” quando se cansarão destes pacotes pré-concebidos de um amontoado de fabricações para um qualquer vazio que não os felicitará ao FUTURO por tão insustentável?… No «planear o território» a se riscarem todas as terras numa feroz «nova era das descobertas» neste global turismo de formatados similares pacotes das sempre e mesmas receitas gastronómicas nas mesmas decorativas ambiências arquitectónicas, construÃdos assim para mutilar tudo o que é crescer.
(…)
E “bem alimentados” pressupõe múltiplos e benéficos contributos com a CULTURA, o CIENTÃ?FICO e o HUMANITÃ?RIO, numa autenticidade da verdadeira sustentabilidade e preservação tão natural como inerente do SER em sua NATUREZA.»



que tenta com subtileza e boa dose de humor defender-se quando ao ridÃculo se expõe.
O problema é quando a camada de verniz é muito fina e ao cabo de um diazito estala, revelando que o humor era, afinal, de circunstância e a subtileza um sortilégio!
Ora, nestes casos, não posso deixar de aconselhar um tratamento muito eficaz:

Mas vem isto a propósito de … Ah, sim, já sei! É que nunca tive qualquer problema em conviver com o calão, a brejeirice e até a boçalidade de gente que foi parida como eu, mas nunca suportei nem chicos espertos nem meninos malcriados!
Gosto, contudo, muito de Bernard Shaw, mas nesta matéria prefiro mesmo citar o nosso Camilo quando uma sua criada lhe pergunta:
- Mestre, quando deverei começar a educar o meu filho?
- Há 3 gerações atrás seria o mais indicado!
Ensemble laReverdie

O Ensemble laReverdie, uma das mais carismáticas formações de música medieval, apresenta-se hoje, na Igreja Românica de S. Pedro de Rates, às 22 horas, enquadrado no XXVIII Festival Internacional da Póvoa de Varzim.
Quem puder, a não perder, definitivamente, pelo grupo e pelo espaço…,

ps: imagem retirada daqui, cuja assinatura não consegui decifrar.
«A superfÃcie cultivada em Espanha com variedades transgénicas (milho) registou um aumento de 136,9 por cento entre 1998 e 2005 (…) passando de 22.467 hectares em 1998 para 53.225 em 2005 (…)» (Público)
Ó Zé Manel, diz lá a esses moços aà da União para mandar mais uns subsidiozitos para a agricultura!
«Valentim Loureiro, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), anunciou hoje que não se recandidata a este cargo nas próximas eleições, marcadas para 10 de Agosto.» (Público)
Escreve o LuÃs Januário em A Natureza do Mal:
«A minha geração sofreu três gravÃssimas contrariedades: primeiro aprendeu o mundo pelos compêndios do salazarismo. Depois pela vulgata marxista. A seguir veio o ruÃdo insuportável do entertainment.»
adenda: só depois de editar esta citação é que dei conta que a mesma já tinha sido feita pelo Francisco José Viegas
Tenho por hábito desligar o aparelho quando começo a ouvir o diz que disse, ou seja, as intriguinhas do costume. Vem isto a propósito do que várias pessoas andam a dizer sobre o futuro do Teatro Pax Julia!
Parem com a intrigalhada! Está já delineado e escrito pelos responsáveis como será o Pax Julia a partir de Setembro.
Sob o sub-tÃtulo “uma cena mais vasta do que apenas um palco” lê-se no Boletim Informativo do MunicÃpio de Beja de Julho de 2006, não assinado, mas certamente da responsabilidade do senhor Vereador da Cultura, no caso em acumulação com a função da Presidência da Câmara, Sr. Dr. Francisco Santos, o seguinte:
«Mas mais do que aquilo que aconteceu (…) interessa o rumo que o Pax Julia vai percorrer no futuro próximo. Pretende-se que este equipamento venha a desempenhar um papel importante no que respeita à formação cultural - e não apenas nos termos em que assistir a espectáculos pode ser considerado como um acto formativo.
(…)
Na nova visão estratégica que pretendemos desenvolver nos anos próximos, a actividade cultural será articulada com o ensino, as novas tecnologias, a informação, o desenvolvimento económico e as empresas. Não podemos considerar que a cultura são os espectáculos e que o Teatro Municipal é apenas o contentor onde estes se concretizam.»
Por outro lado, pode ler-se na Rádio Voz da PlanÃcie uma afirmação do actual Director/Programador do Pax Julia, Sr. Dr. José Filipe Murteira que corrobora, sem qualquer margem para dúvidas, as palavras do Sr. Presidente:
«a nova programação vai manter as mesmas caracterÃsticas.»
Não há pachorra para tanta intrigalhada! Como vêem está tudo concertado e assente sobre o futuro do Pax Julia!
Depois de ler na Zazie que “andam a tentar deitar abaixo o Abrupto” com Viagra, fui ver e constatei que o meu caso ainda é pior:
se clicarem 1 vez nos actualizados do Ideias Soltas o computador dá um peido; 2 vezes, sai uma mão do ecrã para lhe limpar o cú; 3, aparece um site a fazer publicidade a quinino!
Por favor, mediante tal afronta, peço a toda a blogosfera, imprensa escrita e online e ainda jornais televisivos e radiofónicos e mais afins que divulguem o que m’andam a fazer!
Ainda por cima, afianço que não fui eu que disse que «“a demagogia vença a democracia”, com o advento de “uma democracia directa que utiliza as novas tecnologias” e que poderia levar, no cúmulo, a “imediaticidade da governação”.» (Portugal Diário)
arquivado em: arte, deitar abaixo

ingredientes:
2 molhos de beldroegas
1 kg de batatas
4 cabeças de alho inteiras
2 queijos de cabra
4 ovos
1,5 dl de azeite
sal
pão duro fatiado
Como se prepara? Ora, atão os compadres queriam saber tudo? Nã, toca mas é a comprar e ler este livrinho do Joaquim Pulga que conclui assim a receita:
«Como aconchego para dar azo à trabalheira da digestão, console-se com uns figos de S. João devidamente descascados e bem frescos.
E agora, à sesta malta, que se faz tarde.»
O Benfica e o fim do Liberalismo
Há décadas que os analistas polÃticos, sociólogos, empresas de sondagens e sei lá que mais aragens andam enganados quando afirmam que Portugal se encontra dividido entre direita e esquerda!
Meus senhores, atinem, há 8 milhões mais meio milhão que não são liberais nem querem ouvir e muito menos falar disso! Acham muito bem que a Caixa Geral de Depósitos estenda a mão à dÃvida do prestigiado Sport Lisboa e Benfica!
Rendamo-nos, caros amigos e amigos, esta é a prova provada que o Benfica é uma nação, a única instituição que esbate a esqueita e a diquerda!
«O Benfica já chegou a acordo com o parceiro que irá dar nome ao novo Centro de Estágio do Seixal. A entidade escolhida é a Caixa Geral de Depósitos (CGD)
(…)
O patrocÃnio da nova casa das águias pela CGD, que já tinha sido o principal financiador do Benfica na construção do centro de estágios, insere-se num maior pacote financeiro do qual faz também parte o cartão de crédito.
No caso do Benfica, esta parceria permite ao clube dispor de condições mais vantajosas na amortização da dÃvida.» (Correio da Manhã de hoje)
Ó Zé Raul, Santos o acudam!
Não fora o camarada Rui Rio metê-lo no Parlamento ao coloca-lo em lugar elegÃvel nas listas do Porto (pelo Alentejo nunca conseguiu) e umas crónicas que, sem se perceber porquê, o Diário do Alentejo lhe continua a aceitar e editar e olhe…, nem sei o que seria!!! Mas vá lá, pronto, nem tudo é mau, nem a EDAB nem os cidadãos se lembraram denunciar possÃveis irregularidades à Inspecção-Geral de Finanças - isto por aqui é tudo boa gente!
«O desvio de 530 mil euros, a aquisição de bens que ninguém sabe onde estão e a duplicação do pagamento de despesas de viagem suportadas pela União Europeia foram as “graves irregularidades” financeiras encontradas pela Inspecção-Geral de Finanças na Câmara de Ourique e que indiciam a prática de vários crimes pelos anteriores presidentes José Raul dos Santos e António Afonso Guerreiro.
(…)
Sob os dois autarcas, que asseguram a gestão do municÃpio alentejano entre 2001 e 2004, recaem indÃcios de crimes de peculato, peculato de uso e abuso de poder. O relatório da auditoria da IGF, que fora pedida em Janeiro de 2005 pelo actual presidente da câmara, Pedro do Carmo, foi já remetido ao Ministério Público do Tribunal de Ourique, para a abertura de inquérito crime.» (Diário de NotÃcias de 17/07/2006)
Secretamente reunidos em torno dumas sopas de beldroegas com queijo os fundadores da Torre de Menagem analisaram o Estado da Nação Alentejana e perspectivas de futuro.
Sobre tórrido ambiente o debate foi aceso por um branco de Borba que em muito contribuiu para se atingir o consenso em torno de um comunicado final que aqui se deixa lavrado:
Atendendo a que nos últimos anos o Alentejo deu duas voltas de 360 graus, uma para oeste, outra para leste, tendo sofrido, por consequência, uma profunda agitação sem do sÃtio sair e que, por outro lado, a correlação de forças e a conjuntura sócioeconómica alteraram-se substancialmente pela falta do hÃfen, entendemos:
1 - O Alentejo é a região portuguesa com maior potencial de investimento em montes de projecção social e de lazer para 1 a 3 fins de semana/ano, desde que equipados com garrafeira da região, ar condicionado, piscina, internet, consolas de jogos, 1 campo de tiro e 2 de golfe (1 para cada dia), ou seja, com tudo o que assegure que de lá não seja preciso sair;
2 - A construção do IP8 e do aeroporto comercial de Beja são infra-estruturas fulcrais para que cheguemos depressa e saiamos como um relâmpago e, por outro lado, a fossa a céu aberto em que o lago de Alqueva, em tempo recorde, se conseguiu constituir, é de capital importância para o desenvolvimento da agricultura e para o estabelecimento de estâncias termais únicas no mundo;
3 - Não faz sentido manter o blogue Torre de Menagem e muito menos, ainda, acabar com ele;
4 - Como há mais de 30 anos se reclama, a terra deve ser para quem a trabalha e para quem tão bem a tem vindo a trabalhar, implicando, por tal tão insofismável constatação que, um dos membros já se tenha posto a milhas há alguns anos, dois outros estejam de malas aviadas, um quarto já cá só pernoite, enquanto o quinto se recusa a sair de cá por uma questão de felicidade familiar - depois de correr mundo diz não ter encontrado outro lugar onde se ria tanto.
Posto isto, propõem os signatários à classe partidário / famÃlio / tentacular da região, mais uma vez por unanimidade, mais consortes e prole, que ousem proporcionar, com regularidade anual, se possÃvel, até, semestral, uma volta completa de 360 graus para manter a agitação dos que por cá permanecerem a mandar na terra e em quem nela trabalha.
Alentejo, Julho de 2006
Os subscritores, mais consortes e prole

Este fim de semana, de hoje a Domingo, no Mercado Ferreira Borges, no Porto, o EMAÚS efectua a venda anual das doações que recebeu durante o ano cujo produto reverte, na totalidade, para ajuda aos sem-abrigo.
Há de tudo e com boas escolhas: velharias, móveis, candeeiros, louças, brinquedos, biblôs e bijuterias, rendas e bordados, e petiscos, claro, enfim, uma boa “brocante” por uma boa causa.
O EMAÚS tem no Porto um espaço de acolhimento de dádivas e venda na Rua do Almada nº. 136 e, se alguém precisar de mais informações, pode ligar para 919 829 496 ou 936 509 280.
Apareça, quanto mais não seja para ver o que a solidariedade consegue fazer e, acredite, há sempre uma ou outra coisa que nos desperta o interesse e compramos a preço de pechincha!
«As aparências compensam» por Adolfo Mesquita Nunes, a propósito da ausência de crÃtica fundamentada a Cavaco Silva e a José Sócrates.
« (…) interditar à psicanálise a intromissão onde nada tem a dizer: no poético (obra de arte), no simbólico, na antropologia (primitiva)» no ALI_SE.
A euforia em torno de um seleccionador que não chama os melhores, que raramente estuda os adversários e joga igual contra todos, que dificilmente acerta numa substituição, que não arrisca minimamente, que insulta os portugueses em jornais estrangeiros, só pode ser compreendida por ser visto como o lÃder de uma frente comum de combate ao F.C. do Porto, nomeadamente através do seu presidente, por aqueles que não acreditam na liderança dos seus clubes, há muito arredados de sucessos desportivos assinaláveis.
É quando a Primavera se acerca do Verão que compreendemos os hormonais efeitos que a época proporciona.
Uns dirão que está demasiado calor enquanto outras tornam-se tão quentes que escaldam o mÃnimo vestÃgio de estrogénio!

Organizado pelo “BAAL 17 - Companhia de Teatro na Educação do Baixo Alentejo” está já a decorrer o Festival Cultural Noites na Nora, apoiado pala Câmara de Serpa .
Esta 7ª edição, de 7 de Julho a 5 de Agosto, poderá ter um programa menos ambicioso, mas só o espaço e o acolhimento proporcionados merecem regulares visitas.
Parabéns a Serpa e ao BAAL 17 pela iniciativa e persistência.









