Desculpem a insistência! Onde há negócio não há falta de investimento, nem de empresários, nem de empresas, nem de exportações!
A China cresceu 55% nas exportações durante o 1º semestre deste ano e prevê atingir o final do ano com um superavit da balança comercial de 120 a 130 mil milhões de dólares. (Le Monde)
O Banco Mundial diz que eles se devem preocupar devido à excessiva dependência do PIB em relação às exportações (70%)!
Preocupados?
Preocupados deveríamos estar nós uma vez que 40% das suas exportações são da responsabilidade de empresas cujo capital é detido a 100% por estrangeiros, especialmente, norte-americanos e europeus, excluindo as parcerias de capital que, se as considerassem, a percentagem seria muito mais elevada!
O euro, ao preço que está, é insustentável e a política monetarista imposta pelo Banco Central Europeu, com o aval dos detentores de capital de investimento fiduciário, continuarão a conduzir a economia da zona euro à ruína e, com ela, a liberdade e a democracia!
É um exagero, contudo, pois temos nós preocupações de muito mais elevada índole: se há muito ou pouco Estado; se mais neoliberais se mais sociais-democratas; se mais ou menos défice público; se pega de empurrão ou se precisa de um choque…
Precisa, precisa, mas dá-me ideia que um choque oftalmológico seria muito mais eficaz, pois embora não techno, seria bem mais lógico!
tags: Banco Central Europeu, Democracia, Economia e Finanças, Gestão, Gestão Pública, Governance, Liberdade, Negócios, União Europeia
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[...] Ah, claro, pois, a expectativa dos mercados financeiros! Eu bem me parecia, é de ter em conta, relevante, diria até, determinante! [...]
[...] É um novo paradigma, uma emancipação não esplanada nas melhores sebentas ou manuais académicos, alheio a eles, alheio à liberdade, à mão invisível e adverso à liberdade - ele molda-se e dá-se bem na ditadura, seu novo e mais que adequado habitat. Aqui há tempos falei da falta de negócio e do fim da liberdade; agora escrevo sobre o ocaso da União Europeia, uma congregação de burocratas idealistas que querem à força evoluir para uma união política quando a económica não conseguiram sedimentar! O Banco Central Europeu, esse baluarte último, preocupa-se só, e apenas, com a atracção do capital agiota que com deferência acolhe e, sem o obrigar a empreender, lhe garante mais-valias fiduciárias inimagináveis em fundos de investimento sem rosto, que tudo vendem e compram e alienam com o maior desprezo pela sua fixação e pelo desenvolvimento do Homem. banco cental europeu, BCE, Democracia, Economia e Finanças, european union, European Union EU, Ideias Soltas, Liberdade, Política, Reflexões, União Europeiabanco cental europeu, BCE, Democracia, Economia e Finanças, european union, European Union EU, Ideias Soltas, Liberdade, Política, Reflexões, União Europeia arquivado em Política, Reflexões, União Europeia, European Union - EU, Ideias Soltas, BCE, Liberdade, Democracia and Economia e Finanças. | Tags: banco cental europeu, BCE, Democracia, Economia e Finanças, european union, European Union EU, Ideias Soltas, Liberdade, Política, Reflexões, União Europeia. var blogTool = “WordPress”; var blogURL = “http://ideias-soltas.net”; var blogTitle = “Ideias Soltas”; var postURL = “http://ideias-soltas.net/2007/03/26/o-capital-esse-filho-ingrato/”; var postTitle = “O Capital - esse filho ingrato”; var commentAuthorFieldName = “author”; var commentAuthorLoggedIn = false; var commentFormID = “commentform”; var commentTextFieldName = “comment”; var commentButtonName = “submit”; [...]
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