Jul 252006
Primeiro esvaziou-o de verbas, depois de programação, depois da sua directora e agora diz que se gasta muito dinheiro para o manter!
Quem é que pôs este homem à frente da Câmara do Porto sustentado no chavão publicitário – “acabar com a promiscuidade entre a política e o futeboll” – e agora ninguém o ouve falar dele? Ora puxem lá pela memória!
Entretanto, a ler “Rui Rio fecha as portas do Rivoli” pelo Tiago Bartolomeu Costa.
Tags: Cultura, Gestão Cultural, Indignações, Política, Porto, Reflexões, Rivoli, Rui Rio
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2 Respostas to “O Rivoli e a mediocridade lamacenta”
Comentários (2)






















Acabou-se a “mama” destes senhores subsídio-dependentes! Viva!
Esses elitistas que vão trabalhar, mas trabalhar mesmo, não é só angariar “tachos”.
Desde a recuperação do Rivoli, a programação era feita de/e para estes senhores e seus amigos. Tanta intelectualidade inalcansável para a maioria dos mortais… Mesmo quando ia assistir, sentia-me muito mal, tal era o “clube”.
Não sei se o Rui Rio está certo, mas assim é que não podia continuar.
Disfarçam muito mal para as coberturas notíciosas a tentarem fazer de conta que os actores e os espectadores se barricaram… Que espectadores? Só os actores e os seus amigos. A porta-voz, supostamente espectadora, a meio engana-se e começa a falar em nome dos actores. Já não conseguindo disfarçar mais, deixa de fazer de conta. Assumam! Ficam mais credíveis!
E falta questionar porque é que esta manifestação se realiza depois do fim-de-semana… Primeiro fizeram a exibição da sua peça, depois foram curtir a noite e à hora em que toda a gente inicia a semana de trabalho, e como estes senhores ficam sem nada que fazer, é que se viram para as manifestações.
O seu maior castigo vai ser ninguém lhes ligar nenhuma…
E nem pensem em comparar-se à causa do Coliseu!
Não faço ideia porque entendeu colocar aqui este comentário! Pela certa não costuma ler estas Ideias Soltas, deverá ser isso, senão saberia que o que diz em nada fere o que defendo, pois a intenção não parece ser outra que não seja mesmo a de ferir.
Cumprimentos