Sim pois, 250 anos, pois, mas todos os dias … ó pá, nunca é demais, pá, mas chega, basta, já enjoa tanto maneirismo!
E o centanário do nascimento de Schostakovitch? Nada?
E os 150 anos da morte de Schumann?
Ah, meu caro Robert, ainda hoje não te conhecem, mas não te aflijas que isto anda por modas, umas hoje, outras amanhã e com tantos amanhãs e modas para inventar poderá ser que a ti, um dia, te toque!
“Carnaval“, op. 9, 1834/5…, como não te conhecer?
«Si le ciel vous a doué d’une imagination active (…) vous vous sentirez peut-être d’autant plus mystérieusement ravi dans un cercle magique que vous vous conformerez moins aux lois de la construction musicale. (…) Mais ce ne sera cependent qu’en vous appliquant aux signes précis et prononcés de l’écriture que vous obtiendrai la maîtrice de la forme et le pouvoir d’une claire ordenance.»
SCUMANN, Robert, “Conseils aux jeunes musiciens“, trad. para francês de Yves Hucher, Ed. Buchet/Chastel (1ª ed em 1848)
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