Ao defunto Comércio do Porto, de 29 de Abril de 2005, dizia Maria do Céu Guerra em entrevista conduzida por Anastácio Neto, a propósito do aumento de salas em Portugal, conforme aqui editei:
«Agora falta uma política para a ocupação e rentabilização dessas salas. Não estou convencida de que, por exemplo, o projecto da arte em rede, que se está a desenvolver no Sul, seja a experiência definitiva para a cobertura destas salas. Acho até perigoso. Portugal é muito dado a compadrios.»
De lá para cá nada mudou! A discussão mantém-se comezinha, no entre ser privada ou pública a gestão, e não numa precisa definição da missão e objectivos e na exigência de uma gestão qualificada, qualificante e competente.
Sem estabelecer estas premissas de gestão é impossível avaliar seja o que for que aconteça nestes espaços e, até, alvitrar sobre se será correcto que o Rivoli possa ir parar às mãos do “Reino de Deus” ou doutro qualquer califado!
tags: Gestão Cultural, Política, Rivoli
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