Ideias Soltas

se aqui não fora em mim só seria

Recebi um email de um amigo que dá conta que o site Domínio Publico, da responsabilidade do Ministério da Educação do Brasil, o qual disponibiliza online 732 obras de autores portugueses corre o risco de ser encerrado por falta de visitas.
Bom, vamos lá a clicar para lá a ver se mudam de opinião!

Aqui deixo o email na íntegra devidamente identificado:

“Divulguem, para não perdermos essa ferramenta!

Convoco todos a lutar para impedirmos um desastre.
Imaginem um lugar onde se pode ler gratuitamente, as obras de Machado de Assis, ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostrasse as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci, ou onde você pudesse escutar músicas em MP3 de alta qualidade.

Pois esse Lugar existe! O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:

www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno.

Vamos tentar reverter esta desgraça, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Divulguem para o máximo de pessoas, por favor.”


tags: , , , ,

Textos Relacionados

  doMelhor  
  1. jose do nascimento braga monte Said,

    Caro Carlos Araújo

    Grande a sua idéia. Não devemos permitir que isto aconteça.
    Para começar, vou transcrever o seu texto e divulgar para os amigos do grupo Google “Viciados em Livros”. Vamos dar a nossa contribuição e ver o que acontece; É a história do colibrir colocando uma gota d’água no oceano. o importante é participar e contribuir.
    Abraços
    Nascimento

  2. Carlos a.a. Said,

    Muito obrigado pelas suas palavras e votos de sucesso junto do seu grupo google.

  3. Rosana Said,

    Ola, Carlos!Feliz Ano Novo!

    Que notícia!!Divulgarei, SIM!!

    Justo agora, me perguntava: se nos deixássemos levar pelo desejo de recriar nossa identidade, (ambientados nesse meio ambiente incompleto criados por nossas antigas identidades) junto a um meio ambiente inteiro, será mesmo, que reconheceríamos por fim a “Ã?guia de Prata”* da existência, a fêmea enquanto preservadora e eterna reconstrutora do integral? Seguiríamos esses mesmíssemos e maravilhosos caminhos mágicos, ladrilhados de espelhos quebrados - que refletem mais, dançando na chuva, entre as avenidas “Quem Será” e “Que há” na frente do hotel “Entre Nós e Shakespear?”

    * “Ã?guia de Prata”: amiga, companheira, inspiradora, assistente sexual, criada, enfermeira, cozinheira, conselheira econômica e cultural, entre outros, de Camilo Pessanha, reduzida a “concubina chinesa” por alguns autores.

    Um abraço,
    sigo reciclando!
    Rosana

Comente