OCDE - ensino para a fundação
Ora, então, por um lado:
« (…) a proposta da OCDE para o ensino superior português é que universidades e politécnicos públicos passem, gradualmente, a ser fundações financiadas pelo Estado, mas geridas como se fossem do sector privado. O organismo aconselha também que professores e trabalhadores não-docentes das escolas percam o vínculo ao Estado e deixem de ser funcionários públicos.» (Público)
mas, por outro:
«Caberá ao Governo estipular a estrutura e o número de pessoas que devem fazer parte desse órgão, mas a OCDE sugere que tenha elementos externos à academia e que são parte interessada, os chamados stakeholders.» (Público)
No entanto:
«Neste momento há 11.806 pessoas que trabalham para o Estado através do chamado recibo verde. Em Agosto, um decreto-lei do Governo definiu que a continuidade da relação laboral com avençados ou tarefeiros deve ser avaliada até ao final do ano. (…) Dos funcionários a recibo verde, 5.179 estão colocados no Ministério da Educação, 1.986 na Saúde, 1.020 na Ciência e Ensino Superior (…)» (SIC)
Em que ficamos, afinal?
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