Jazz Logical | Ideias Soltas

Jazz Logical


Há cerca de um ano conheci o Leonel Santos que me foi apresentado pelo António Branco por ocasião do ciclo Jazz no Feminino. Daí para cá semanalmente envia-me um email, em forma de mailinglist, sobre tudo o que se passa no Jazz em Portugal, nomeadamente, uma completíssima agenda de concertos. Um serviço público de monta.
No último email o Leonel anunciou que tinha colocado um site online onde continuaria a prestar esse serviço. (clique na imagem)

Jazz Logical

Aí, para além da referida agenda, o Leonel divulga todos os espaços em Portugal onde se pode ouvir jazz (salas, clubes e festivais), dá-nos acesso a entrevistas a músicos, as suas apreciações críticas e pretende criar uma base de dados sobre todos os músicos portugueses que utilizam essa linguagem.
Os meus parabéns ao Leonel Santos pelo voluntarismo e pelo serviço que em prol do Jazz nos presta.


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10 Responses to “ Jazz Logical ”

  1. fantástico! é uma área muito pouco divulgada, nunca se sabe o que se passa por aí…

    (gostas de jazz?…)

    beijinhos

  2. Eclético! Jazz, música clássica, rock progressivo, drum’ bass e por aí fora.
    A fonoteca pessoal é mais de Jazz e música clássica.
    Por outras palavras, tolinho por música!
    Beijinhos

  3. folgo saber a versatilidade do seu gosto musical Carlos.
    Eu ando a tentar, com a ajuda dos meus filhos e alunos, a não ser tão purista.

    abraço,

    vejo que já resolveu o bug do botãozinho do “submit” no explorer.

  4. eu costumo dizer que, basicamente, ouço tudo. e é verdade! :)o jazz, é uma área pouco explorada mas de que gosto muito…

    beijinhos

  5. Aos 5 anos comecei a estudar pelo cânone da música clássica e andei no Conservatório até aos 18 (coisas de família); aos 8 comecei com a pop e rock com os Beatles, Credence Claerwater.. e The Guess Who e por até fui sempre quedando-me a paixão pelo rock psicadélico (hoje chamam-lhe progressivo) e aos 16 um senhor que adoro de seu nome Manuel Rocha Brito Guimarães, abriu-me as portas do Jazz com Archie Shepp, a paixão que nunca mais abandonei.
    A música popular é coisa recente, mas o Cante Alentejano também será paixão para ficar.
    Entretanto, entre outras outras coisas, sou produtor fonográfico, com estúdio montado e muitos estágios certificados feitos na Deustche Grammophon (7 ao todo), pagos pelo meu bolso, onde aprendi as técnicas de captação de som acústico.
    Hoje, já não tenho o mesmo vigor em procurar coisas novas, mas até 2000 /- tinha a fonoteca pessoal bem fornecida.
    Música é mesmo panca minha!

  6. As suas palavras proporcionaram-me um grande e prazeroso sorriso.

    Também nasci com essa panca da música. Aos 8 compus as minhas primeiras melodias num piano que estava nos bastidores do Teatro Garcia de Resende, quando um actor/músico me ouviu e se sentiu na obrigação de me dar aulas. Veio então o clássico, a música brasileira e popular portuguesa, o jazz, a regência coral e a música étnica. O canto alentejano foi convivência diária numa infância passada em Évora.

    Conheço também um especialista em captação de som, o Zé Fortes, que aliás deu uma mãozinha no disco que gravei há dois anos com a minha companheira. “Origens” - é um esboço da fusão do fado com a morna, o choro, a música indiana e árabe e ainda uma versão jazzistica de um fado.

    Pena que perceba muito pouco de captação pois adoraria trocar impressões consigo. Mas sabe, quando preciso há sempre quem saiba para me ajudar.

    um abraço

    rui

  7. O Zé Fortes é o “pai” da gravação em Portugal, em especial da pop e do rock. São dezenas de anos de experiência.
    Há sempre pontos de contacto, Rui, são pontes que vamos formando.
    Abraço

  8. consegui enganar-me no nome do disco que gravei e fiz a direcção musical. é preciso ser muito distraido…
    o disco chama-se “origem” e não origens e tem a participação do janita salomé e do carlos barreto.
    Ando agora a fazer música para uma peça do Goldoni e preciso de ir a estúdio gravar uns violinos e umas flautas barrocas por cima de umas bases que já compus em casa com uns samples akai comestiveis. O seu estúdio não é em Lisboa pois não?

    abraço,

    rr

  9. O que se ouve no Gcast?

    na minha opinião deveria escolher a opção de não começar automáticamente. Por vezes estamos a ouvir outra coisa e temos de andar à procura de um botão de pause para parar a confusão que é ouvir duas coisas ao mesmo tempo. É sempre preferivel carregar num play para começar a ouvir algo.

    um abraço,

    rr

  10. Não, o estúdio não é em Lisboa nem em lugar algum…, é móvel para onde quiser!

    O Gcast já o tirei: como não o quero ter no rosto da página e, como bem diz, não o quero em autoplay, não dá para o ter porque ninguém lá iria clicar para ouvir.
    O que tocava era um tema que fiz em 1996 para uma peça de teatro.
    Abraço

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