Via Improvisos ao Sul sou apanhado de surpresa pelo facto de Sonny Rollins ter obtido o Polar Music Prize Award for 2007 juntamente com Steve Reich.
Sobre Steve Reich e o minimalismo deixo para os amantes e especialistas o ônus de escreverem. Sobre Sonny Rollins já escrevi bastante, mas deixo aqui o agradecimento ao António Branco, a transcrição do texto que está no sítio do Polar Music, um link para o vídeo de divulgação dos premiados e um podcast com 3 temas do album “Saxophone Colossus” de Sonny Rollins, gravado em 1956, um dos melhores trabalhos de Jazz de sempre.
O Blue 7 é o tema de Jazz que mexe comigo – improvisação quase toda apoiada sobre a 7ª m, a 2ª M e a 5ª bemol, permitimdo progressões invulgares de 4ª aumentada; o You Don’t Know what Love Is é uma balada que pareceria inverosímil ter sido interpretada pelo mais elevado expoente do Hard Bop; o St. Thomas, não sendo um dos meus favoritos, é um dos temas mais conhecidos do Sonny pelo facto de ter sido o 1º calipso a ter um tratamento jazzístico, género que o saxofonista nunca mais deixou de abordar.
STEVE REICH & SONNY ROLLINS
WINNERS OF THE POLAR MUSIC PRIZE FOR 2007The winners of the Polar Music Prize Award for 2007, were unveiled on Thursday the 25th of January at The Royal Swedish Academy of Music in Stockholm. The Chairman of the Board and Award Committee, Mr. Åke Holmquist, read the Award Committee’s citations.
The Sonny Rollins Citation
The 2007 Polar Music Prize is awarded to the American tenor saxophonist and composer Sonny Rollins, one of the most powerful and personal voices in jazz for more than 50 years. Sonny Rollins has elevated the unaccompanied solo to the highest artistic level – all characterised by a distinctive and powerful sound, irresistible swing and an individual musical sense of humour.
He is still active and the greatest remaining master from one of jazz’s seminal eras.
ps: ver entradas relacionadas com Sonny Rollins.
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Nos discos todos que tenho do Sonny Rollins ele tem uma pele bem escura e cabelo preto.
Se visse esta foto sem legenda não o identificaria.
Desculpe lá o comentário banal mas na foto parece um saxofonista branco, facto que me saltou à vista.
Por acaso, Rui. O certo é que os anos não perdoam – são 76!
Abraço