Estou fartíssimo das virgens moralistas que dominam os meios de comunicação social, blogosfera e governos!
O ministro disse alguma mentira? Disse algo que não seja uma vantagem competitiva para os investidores?
Esta saga que parece não ter fim, de ao poder só chegarem académicos e profissionais da política e do comentário, sem nunca terem experimentado o que é a vida empresarial nem dela ideia fazerem para lá do que vem nas sebentas e manuais, em estudos e artigos académico-paranormais e milhares de teses de mestrado e doutoramento que até agora para nada serviram nem se vislumbra que serventia venham a ter, tem conseguido os resultados que estão à vista de todos!
Querem mais do mesmo? Sirvam-se, estejam à vontade, mas não levem a mal não me apetecer tal petisco!
Que fastio!


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3 Respostas to “Manuel Pinho e as virgens moralistas”

Comentários (2) Pingbacks (1)
  1. cristina diz:

    de acordo! a verdade dói, mas devia doer a toda a gente…afinal não há inocentes neste estado de coisas. nem quem passou pelo governo nem a sociedade civil. onde está a iniciativa dos cidadãos no desenvolvimento?

    beijinhos

  2. carlos a.a. diz:

    A verdade dói, Cristina mas, francamente, estarmos entre os 40 países mais ricos do mundo deveria levar as pessoas a pensar mais um pouco.
    A tendência será sempre compararmo-nos com quem é mais rico e não olharmos para trás e ver o que já conseguimos!
    É verdade, contudo, que tens toda a razão quando dizes que não há inocentes e que poderíamos estar melhor não fora erros que se cometeram. Lembro-me, por exemplo, da assinatura do Tratado de Maastricht e dos trambolhões que os nossos governantes nos obrigaram a dar para entrar na zona euro! Essa é a factura que ainda estamos a pagar, acrescida da impensável política monetarista (não monetária e muito menos económica) do Banco Central Europeu.
    Beijinho.

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