A ciência demostrou-nos o que é vida e quando começa, mas não consegue sossegar-nos quanto ao seu fim. Na morte, dizem, é o que vemos, vergados ao choque, prenúncio de uma saudade dolorosa cuja bruma só o tempo se encarregará de esbater, até conseguirmos lembrar e reviver os bons momentos que passámos com quem partiu.
Sim, eu sei, eu sei que e quando morremos, sim, eu sei, mas também sei que enquanto eu memória tiver não há exacta ciência que mate quem nela continua em mim a viver.
Um abraço.


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3 Respostas to “A Vida que a memória confere”

Comentários (3)
  1. cristina diz:

    junto-me. em silêncio.

    um beijo.

  2. jodoas diz:

    Um sentimento muito forte só possível a quem passa por idênticas situações. Um abraço do Raul

  3. carlos a.a. diz:

    Cristina e Joadas
    Obrigado pelas palavras…

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