A viabilização de um loteamento de grandes dimensões em terrenos adquiridos por LuÃs Filipe Vieira à Petrogal, nas imediações da Expo, teve por base um projecto elaborado por um “atelierâ€? de arquitectura com o qual o director municipal de Planeamento Urbano da Câmara de Lisboa, Fernando Pinto Coelho, colaborou durante muitos anos.
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Embora o novo texto do regulamento nada diga nesse sentido, os serviços camarários passaram a interpretá-lo como se a predominância dos usos industriais – ou seja, a obrigação de os manter em 50,1 por cento dessas áreas – se se medisse em relação à totalidade da zona oriental e não em relação a cada uma das parcelas, ou até das diferentes manchas industriais. Quer isto dizer que das alterações efectuadas beneficiam, antes de mais, os primeiros a chegar.
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A decisão de interpretar o regulamento desta maneira, diz Pinto Coelho, foi ditada por razões técnicas e “determinada superiormente�. Como boa parte destas áreas está há muito ocupada com usos terciários que não vão ser abandonados, e como Vieira comprou e está a comprar outras parcelas na zona, tudo indica que será ele – que o PÚBLICO não conseguiu contactar – o grande beneficiário da polémica alteração do PDM de Lisboa. (Público)
Se há coisa que é preciso pôr cobro é à corrupção desportiva e à das autarquias… da provÃncia, bem entendido!
Pois…
Olha se isto tivesse acontecido com o Fernando Gomes, o Narciso Miranda ou o Filipe Meneses…
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