Se estas provas não foram para classificar os alunos (como deveriam ter sido) nem foram para avaliar professores (como deveriam ter sido se as escolas tivessem gestores profissionais com objectivos atribuídos para a escola e os professores com objectivos atribuídos por aluno e por turma) será que alguém do Ministério da Educação me saberá explicar para que servem, afinal?
ps: sobre o assunto ver este post da Cristina Vieira no Contra Capa.
Tags: Interrogações, Ministerio da Educação
Textos Relacionados:






















Pois é Carlos,
Não servem para nada mas custam um bom dinheiro.
abraço,
rui
ó Carlos, isto é um bocado como os rankings das escolas, são maus mas na hora de escolher em que escola se põe os meninos….
(qd há essa possibilidade claro, esse é que é o problema)
beijinhos miúdo. obrigada.
O dinheiro, pois Rui, mas não seria mal empregue se houvesse uma gestão autónoma das escolas que respondesse perante objectivos e se os professores tivessem objectivos turma a turma, aluno a aluno e não generalistas e inquantificáveis! Assim, com efeito, não sei para que servem!
Abraço e obrigado pelo comentário.
Os rankings das escolas, Cristina, não servem para o proposto – avaliar escolas (uma vez que as situações são muito diversas) – mas colateralmente serviram, juntamente com os exames nacionais, para aferir as escolas que davam notas absolutamente disparatadas!
Em 4 anos a variação entre as notas dos exames e as que os alunos tinham nas escola regrediu de uma média de 4,7 valores para os 1,8 do ano lectivo passado!
Só não compreendo como é que com este recurso não permitem aos pais escolher a escola pública que bem entendem! Falta esse passo, esse abre mão do Estado de querer impor aos pais uma escola. Esse é que é o problema…, não é?
Abraço e beijinho, Dra. miúda.