Tal como a maioria das pessoas de bom-senso, quando dei com a notícia, senti que a censura e a perseguição política estavam de volta. E de facto assim é, mas mal o perseguido vem exibir o cartão de militante de um partido político, a minha indignação esmoreceu.
Problema meu? Talvez, mas o certo é que as pessoas que insistem em manter-se arregimentadas num qualquer desses polvos clientelares merecem-me cada vez maior desconfiança!
Problema meu, eu sei, mas acho mesmo que a questão não me diz respeito: a directora da DREN e o perseguido de hoje, que poderá ser o perseguidor de amanhã, que se entendam.


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Uma Resposta to “O caso do professor perseguido”

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