Ainda a propósito do famigerado relatório sobre o Ensino Artístico ler no Tónica Dominante a muito assertiva análise que o Paulo Bastos editou da autoria de Cláudia Nelson.
Deixo um excerto:

O facto de se tentarem induzir medidas que melhorem o actual estado das coisas é absolutamente crucial e pertinente o que, por outro lado, não parece ser correcto é tentar fazê-lo partindo da premissa negativista, à custa exclusiva da visibilidade do que não funciona ou o que está a funcionar mal, ignorando uma das vertentes mais pertinentes e pedagógicas da própria avaliação: “tornar também visível o que funciona, o que já funciona bem, para que daí se possam retirar ensinamentos para que o que ainda não funciona passe a funcionar melhor”.


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