No novo documento pode ler-se que Cristo “constituiu sobre a terra” uma única Igreja e instituiu-a como “grupo visível e comunidade espiritual”, que “desde a sua origem e no curso da história sempre existe e existirá, e na qual só permaneceram e permanecerão todos os elementos por Ele instituídos”.
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“Enquanto, segundo a doutrina católica, é correcto afirmar que, nas Igrejas e nas comunidades eclesiais ainda não em plena comunhão com a Igreja católica, a Igreja de Cristo é presente e operante através dos elementos de santificação e de verdade nelas existentes, já a palavra ’subsiste’ só pode ser atribuída exclusivamente à única Igreja Católica”, pode ler-se. (via Agência Eclesia)
O Vaticano continua muito preocupado em afirmar a primazia da sua igreja sobre as demais na representação da comunidade cristã.
Sou muito menos dado a preocupações com sacramentos e hipotéticas heranças (por onde andam os 33 Evangelhos desaparecidos e tidos por apócrifos) do que com atitudes e comportamentos cristãos, que me parecem, esses sim, cada vez menos visíveis ou de todo desaparecidos, pelo menos da vida pública.
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