Sir Roland Hanna - Maybeck Recital Hall
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De regresso aos bons pianistas e porque ainda não é assim tão vulgar colocar um músico de Jazz ao nível de um da música clássica deixo 3 temas interpretados a solo por Sir Roland Hanna, Sofly as in a Morning Sunrise, Oleo e This Can’t Be Love, gravados ao vivo em 1994 e editados em CD sob o título The Maybeck Recital Hall, Volume Thirty-Two.
Gostaria de dedicar este podcast à amiga do Ponto de Vista, primeiro porque se danou comigo, depois por desconfiar que por ser admiradora de Oscar Peterson deverá ser sensível ao piano de Sir Roland Hanna, que evidencia toda a sua cultura afro-americana ao contrário de outros que estão demasiadamente na moda e têm tanto de demasiadamente branco como de demasiadamente chatinho…
Bom fim-de-semana.
tags: Jazz, Música, Piano, Podcast, Roland Hanna









Nem de propósito estimado Carlos,
Estive a ouvir há pouco um disco do Sir Roland Hanna que já não ouvia há que tempos e que inclui 3 temas em quarteto com o Stephane Grappelli, George Mraz e Mel Lewis. Antológico.
Eu sei que vem depois do King, do Duke e do Count mas pelo menos merecia ser marquis…
abraço
Rui
Sir Roland Hanna é um dos excelentes pianistas de Jazz que muito pouco cedeu ao gosto do mercado “branco”, como aconteceu com Nat King Cole, que até cantor de charme virou para ganhar a vida, ou com Ray Charles, por exemplo. Conheci-o na liderança do New York Jazz Quartet com Frank Wess em saxofones e flautas, George Mraz em contrabaixo e Richard Pratt na bateria, no album Surge de 1977. Esse album continha um blue que ficou na história - 87th Street da autoria de Richard Pratt.
Mas também a propósito, Rui, de Baixistas e contrabaixistas, Geoge Mraz…! Nunca justiça lhe foi feita, pese embora depois dele o som do contrabaixo não nunca mais ter sido o mesmo - a robustez do timbre e a presença!
Um dia destes meto aqui o 87th Street…, fabuloso!!!
Abraço e obrigado pelo comentário.
Eu conheço o Albúm. Tinha-o em vinil. É um com um arranha ceus na capa em tons de azul certo? em que o frank wess toca também flauta baixo em fá, que tem um som maravilhoso. Eu sou fã desse disco e ainda não o encontrei em CD. Penso que os NYJQ só gravaram dois discos. Eu tinha um outro de capa igual mas em tons de vermelho e que me lembro de não gostar tanto. Não oiço esse disco há mais de quinze anos, pois infelizmente desfiz-me da minha imensa colecção de vinis. coisa que me arrependo muito.
fico à espera que o Carlos o coloque aqui,
abraço
Aí está, Rui, sem mais. Gosto assim…!!! Dois foram os mais conhecidos e que chegaram a Portugal, mas no total são 8, dos quais apenas tenho 4:
2003 Live in Japan
1996 These Are the Jokes
1981 Oasis
1978 Blues for Sarka
1977 Song of the Black Knight
1977 Surge
1975 In Concert in Japan, Vol. 2
1975 In Concert in Japan, Vol. 1
O da capa igual em tons de vermelho é o Oasis.
Grande abraço e não perde pela demora pois estou a re-ouvir e a ver que merece divulgação, o New York Jazz Quartet, mas também o Frank Wess (a flauta não sei se é baixo ou tenor) e o George Mraz.
Agora que me relata a discografia, acho que também tinha o “Blues for Sarka” que salvo erro era também prédios mas em tom amarelo.
Mas sem dúvida que o “Surge” é o meu eleito. Conheci o disco no inicio dos anos 80 através do meu padrasto e lembro-me ser dos discos de Jazz que havia lá em casa aquele que eu mais gostava e que talvez me tenha influenciado mais a minha entrada para o Hot Club e a escolha da flauta transversal.
Erro nosso: a flauta baixo é em dó, uma oitava abaixo da soprano e em fá ou sol é a flauta alto e não existe flauta tenor. (tive de ir aos dicionários de música) a memória é tramada…
a que o wess tocava era baixo, em dó.
obrigado pela informação. estava convencido que o “surge” tinha sido o primeiro disco.
abraço
Os três temas são fantásticos. Obrigada pela partilha.
Muito obrigado por me proporcionar esta gravação. Achei muito interessante e vou procurar para conhecer melhor.
Abraço
Inacreditável Carlos,
fiquei com o bichinho e fui à FNAC mais próxima para comprar o Surge.
Não existe nenhum disco dos NYJQ em nenhuma FNAC do País.
Tive de baixar em mp3 e vou mandar vir o cd pela amazon.
Se o Carlos começa a fazer-me lembrar de toda a música que tinha em vinil (fundamentalmente jazz e clássica) acabo falido.
um grande abraço
São, Susana, muito bons todos eles, mas… passo-me completamente com o terceiro, This Can’t Be Love. Extraordinário de força, de swing, de Jazz, de negritude, de alma…
Obrigado pelo comentário.
Como o Rui disse, Ponto de Vista, já não há nada sobre os NYJQ que fará do Roland Hanna. Irei fazer uma cópia deste CD e depois faço-lhe chegar. Acho que gostará mesmo.
Muito obrigado pelo comentário.
Calma Rui, para quê gastar dinheiro? Dê-me um endereço para o email e mais logo deixarei dois para poder fazer o download de imediato! Não gaste cacau…, seja com este ou outro CD que tenha.
Abraço
FNAC’s!! Mainstream e só do muito mau….
Estimado Carlos,
Grato pela simpatia. vou enviar-lhe um mail. enquanto encomendo e não encomendo o disco…
Apesar de não ser defensor da questão dos direitos de autor (pois os autores são quem ganha menos na industria discográfica) gosto de ter o objecto cd original quando o aprecio muito.
pois é FNAC’s!!! no comments…
abraço,
O que para aí vai de entusiasmos! E eu sem saber de nada, pois só agora acabei de os ouvir. Não há palavras para a surpresa e o gosto de ouvir estas pérolas do jazz. Muito e muito obrigada por esta oportunidade.
Fico à espera de mais.
Abraço
Rui
Ter o original na mão é outra coisa, de facto, mas também é verdade que a magia do original esvaneceu-se muito para mim quando se trocou o LP pelo CD. Um LP na mão, em papel, era como um livro…
Abraço e obrigado.
Nada há para agradecer, estimada C.C., mas mais só lá para Setembro, pois durante Agosto, como é costume, o Ideias Soltas hiberna. Aproveito para descansar (tento nem me aproximar da net) e, assuma-se, tento provar que consigo aguentar sem este vício…
Em Setembro, então…
Beijinho e obrigado pelo comentário.
Gosto muito da música, posso pôr esta música no meu blogue?
Como sabe é proibido por lei colocar música cujos direitos de autor estão protegidos…, mas há pessoas que clicando naquela botãozito que diz “Get Podcast” conseguem maravilhas…
Não sei se me fiz bem entender…
Obrigado pelo comentário.
Voltei a perguntar-lhe a mesma coisa mas agora já vejo que não posso.
Muito obrigada e beijinhos
Peço desculpa se não me fiz entender. Claro que pode!!!
Deixo até o link directo: LINK
Só quis dizer que eu violei os direitos de autor…, assim como muitos outros, mas penso que os músicos serão os que menos se importam de que a sua música seja divulgada.
Por favor, esteja à vontade.
Fico-lhe muito agradecido. Pelo que me foi dado ouvir trata-se de um Artista fenomenal. No entanto reservo a minha opinião final para quando o conhecer um pouco melhor.
Abraço
Nada há para agradecer, estimado Mariano Pires.
Obrigado pelo comentário.