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	<title>Comentários em: Tratado Europeu &#8211; o regime da partidocracia e as elites</title>
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	<description>se aqui não fora em mim só seria</description>
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		<title>Por: PEC &#8211; os lacaios do Monetarismo Neoliberal &#124; Ideias Soltas</title>
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		<dc:creator>PEC &#8211; os lacaios do Monetarismo Neoliberal &#124; Ideias Soltas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:04:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de Dublin e por nós ratificaram o Tratado de Lisboa! Essas pessoas, ou melhor todos os nossos políticos do PS, do PSD e do CDS, todos os nossos Primeiros-Ministros desde Cavaco Silva e Presidentes da República, desde Mário [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de Dublin e por nós ratificaram o Tratado de Lisboa! Essas pessoas, ou melhor todos os nossos políticos do PS, do PSD e do CDS, todos os nossos Primeiros-Ministros desde Cavaco Silva e Presidentes da República, desde Mário [...]</p>
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		<title>Por: CONVERSAS COM O 666 - AO SOL : A PARTIDOCRACIA</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-21702</link>
		<dc:creator>CONVERSAS COM O 666 - AO SOL : A PARTIDOCRACIA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 20:56:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] http://sol.sapo.pt/fjjeparreira&#160;&#160;...............&#160;&#187; Leituras Sintom&#225;ticas Recomendadas Sobre a Tem&#225;tica:&#160;&#160;(1)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; http://mundoindependente.wordpress.com/2008/09/12/alternativas-a-partidocracia-reflexoes-a-partir-do-movimento-estudantil/&#160;(2)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; http://www.causanacional.net/index.php?itemid=322&#160;&#160;(3)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; http://es.metapedia.org/wiki/Partidocracia&#160;&#160;(4)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; http://www.newstin.com.pt/rel/pt/pt-010-000995679&#160;&#160;(5)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/&#160;&#160;(6)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;http://esplendor-na-relva.blogspot.com/2009/07/partidocracia.html&#160;&#160;(7)&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;http://aventar.eu/2009/06/30/falando-de-democracia-partidocracia/&#160;&#160;&#160;...............&#160;&#160;&#160;...............&#160;&#160;&#160;&#187; &#8220; Uma elite &#233; indispens&#225;vel;&#160;&#160; absolutamente desaconselh&#225;veis s&#227;o os elitistas porque, ao desprezarem a vontade dos cidad&#227;os, negam a ess&#234;ncia da democracia, sendo perniciosos para a subsist&#234;ncia do pr&#243;prio regime. &#8221;(Carlos Ara&#250;jo Alves)&#160;&#160;&#160;&#187; Artigo Ilustrativo (c&#243;pia integral): &#160;http://blogidentitario.wordpress.com/2009/01/11/a-intervencao-civica-como-exercicio-identitario/&#160;&#8220;&#8230;&#160;A interven&#231;&#227;o c&#237;vica como exerc&#237;cio&#160;identit&#225;rioJaneiro 11, 2009 Por Jo&#227;o Martins&#160;&#160;&#201; comum ouvirmos diariamente os nossos concidad&#227;os tecerem duras criticas ao estado actual do regime partidocr&#225;tico e consequente degrada&#231;&#227;o das institui&#231;&#245;es democr&#225;ticas, as quais cada vez mais representam aut&#234;nticos ninhos onde grassam o caciquismo, os jogos de influ&#234;ncia, o lucro em proveito pr&#243;prio, o amiguismo, a promiscuidade entre o aparelho pol&#237;tico e empresarial, entre outras actividades nas quais reina a absoluta aus&#234;ncia de valores morais. &#160;N&#227;o se chegou a este estado lastim&#225;vel por acaso, n&#227;o &#233; algo conjuntural, &#233; isso sim, &#233; preciso diz&#234;-lo, algo que tem origem na pr&#243;pria estrutura ideol&#243;gica do regime, ou seja, &#233; consequ&#234;ncia de uma pol&#237;tica que subjuga o poder pol&#237;tico ao poder econ&#243;mico, confundido o segundo com o primeiro atrav&#233;s da influ&#234;ncia tentacular que esse apresenta por via do dom&#237;nio do aparelho medi&#225;tico, permitindo assim desviar ou chamar as aten&#231;&#245;es para aquilo que bem se entende e, por conseguinte, condicionar o livre pensamento, a liberdade de express&#227;o e de ac&#231;&#227;o de todos aqueles que se manifestam em oposi&#231;&#227;o a este estado de coisas.&#160;Por outra parte, e aqui tamb&#233;m &#233; imperioso denunci&#225;-lo, a oposi&#231;&#227;o pouco tem feito para se afigurar como uma alternativa s&#233;ria. Atente-se que n&#227;o me refiro &#224; chamada oposi&#231;&#227;o, a oposi&#231;&#227;o oficial &#224;s pol&#237;ticas governamentais, na verdade uma caricatura no sentido em que &#233; esta mesma oposi&#231;&#227;o um sustent&#225;culo do regime, dada a cumplicidade e coniv&#234;ncia desavergonhada. A oposi&#231;&#227;o, aquela que est&#225; fora das malhas do sistema, essa demonstra total incapacidade para estruturar uma real alternativa de ideias, de valores e mesmo na postura, em suma, demonstra ser incapaz para erigir uma verdadeira contracultura. E n&#227;o o consegue fazer porque se insiste em fazer mais do mesmo, sem se perceber que n&#227;o se pode aguardar nada de diferente quando se faz exactamente o mesmo. A cultura pol&#237;tica &#233; quase inexistente nas hostes antag&#243;nicas ao regime e esse facto leva a que persista a dificuldade em perceber que o campo da ac&#231;&#227;o pol&#237;tica n&#227;o se resume, nem pode resumir &#224; actividade partid&#225;ria e muito menos ao todo-eleitoral. O cerne da quest&#227;o passa invariavelmente pelo assumir de uma nova forma de fazer pol&#237;tica, uma abordagem inovadora e descomplexada, liberta da depend&#234;ncia dos partidos e que n&#227;o nos deixe condicionar pelos mesmos, ou seja, uma din&#226;mica pol&#237;tica, social e cultural que nos coloque em directo contacto com o povo. Essa via d&#225; pelo nome de interven&#231;&#227;o c&#237;vica.O fim &#250;ltimo de qualquer organiza&#231;&#227;o, seja de que &#237;ndole for, &#233; a aceita&#231;&#227;o popular de uma ideia, de uma concep&#231;&#227;o societ&#225;ria. Para se alcan&#231;ar esse est&#225;gio &#233; necess&#225;rio, antes de mais, ter poder. Por&#233;m para se ter poder &#233; preciso desenvolver mecanismos que visem &#224; difus&#227;o dos ideais da organiza&#231;&#227;o, seja pelo convencimento da justeza dos mesmos, seja pela influ&#234;ncia, em forma de l&#243;bi, juntos dos organismos institucionais. Somente aqueles que tem capacidade para influenciar podem, com propriedade, dizer que possuem poder, poder para mudar aquilo que consideram estar errado.&#160;Ora, que mecanismos temos ao nosso dispor para podermos realmente tornar-nos na t&#227;o almejada alternativa? Muitos, atrevo-me a dizer. &#201; certo que n&#227;o possu&#237;mos a capacidade financeira dos nossos advers&#225;rios, n&#227;o temos os meios de comunica&#231;&#227;o que eles det&#234;m, por&#233;m, m&#250;ltiplos s&#227;o os meios que podemos empregar e sem a obrigatoriedade de elevados custos financeiros. A internet, qui&#231;&#225; o derradeiro espa&#231;o livre, afigura-se como um excelente instrumento para se chegar a uma audi&#234;ncia de centenas ou milhares de pessoas. Este &#233; somente um exemplo onde podemos exercer a interven&#231;&#227;o c&#237;vica, no entanto existem muitas outras formas de fazer pol&#237;tica diariamente. Ora vejamos, quantos de n&#243;s est&#227;o envolvidos nas comiss&#245;es de moradores? Quantos de n&#243;s pertencem &#224;s associa&#231;&#245;es de estudantes nas escolas e universidades? Quantos de n&#243;s interv&#234;m nas reuni&#245;es de pais e procuram ter um papel crucial na educa&#231;&#227;o que os filhos t&#234;m nas escolas? Quantos de n&#243;s procuram envolver-se nos sindicatos e comiss&#245;es de trabalhadores? Quantos de n&#243;s pertencem aos escuteiros e dessa forma procuram influenciar uma parte da juventude que pela sua conduta est&#225; muito pr&#243;xima daquilo que preconizamos? Quantos de n&#243;s pertencem ao rancho folcl&#243;rico da sua regi&#227;o e dessa forma ajudam &#224; preserva&#231;&#227;o da identidade carnal do seu povo? Quantos de n&#243;s s&#227;o membros de uma banda musical que reflicta nas letras a nossa forma de conceber a vida e o mundo? Quantos de n&#243;s pertencem &#224;s associa&#231;&#245;es culturais e recreativas das suas localidades? Enfim, poderia continuar por a&#237; adiante a salientar aspectos das nossas vidas di&#225;rias que poderiam ser rentabilizados para benef&#237;cio das nossas ideias, mas que por in&#233;rcia ou receio infundado nada se faz.&#160;A interven&#231;&#227;o c&#237;vica revela-se como uma excelente oportunidade para sairmos da redoma em que temos estados encerrados, pois, al&#233;m de ser uma actividade significativamente respeitada, permite uma aproxima&#231;&#227;o aos mais diversos sectores da nossa popula&#231;&#227;o, com a garantia de que se formos determinados e convictos naquilo em que nos envolvermos, encontraremos terreno f&#233;rtil para a difus&#227;o do nosso ide&#225;rio, abrindo brechas na malha do sistema e criando zonas livres e desintoxicadas da propaganda do regime. Tal deve ser doravante a nossa linha de actua&#231;&#227;o. &#160;Estabelecer objectivos concretos por via da interven&#231;&#227;o c&#237;vica, eis uma f&#243;rmula que trar&#225; inegavelmente resultados positivos no campo da ac&#231;&#227;o pol&#237;tica, social e cultural deste nosso combate identit&#225;rio. Poder&#225; demorar, pouco importa, a pressa sempre foi inimiga da perfei&#231;&#227;o.&#160;...&#8221;&#160;...............&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Este blogue, por for&#231;a de circunst&#226;ncias pessoais mas tamb&#233;m da cifose estrutural da nossa vida comunit&#225;ria pol&#237;tica e social no seio do Estado (e tal palavr&#227;o diz respeito a uma variante de escoliose no sentido da inclina&#231;&#227;o identit&#225;ria da nossa &#8220;espinha dorsal&#8221;), tornou-se num espa&#231;o tem&#225;tico sobre a ess&#234;ncia da nossa organiza&#231;&#227;o pol&#237;tica e social;&#160;&#160; &#160;mas tamb&#233;m (e da mesma forma) os assuntos de seguran&#231;a e defesa, e tudo o que lhes est&#225; directamente associado na perspectiva actual de pol&#237;tica e sociedade, concebendo todo o conjunto de ideias aqui inscritas numa perspectiva de visionamento pol&#237;tico independente e absentista neste nosso belo e presum&#237;vel Estado de Direito Portugu&#234;s.&#160;Pretendo escrever sobre Democracia, portanto.&#160;E interessa-me a nossa;&#160;&#160;&#160; Portugal no mundo global.&#160;A prop&#243;sito, h&#225; algum tempo que me ocorre com frequ&#234;ncia a express&#227;o &#8220;mundo colectivo&#8221;, numa perspectiva macrosc&#243;pica de corporativismo, de colectivismo, de comunidade das comunidades de pessoas, etc. (de facto);&#160;&#160;&#160; porque h&#225; muitos sin&#243;nimos e todos eles mais felizes e realistas de conte&#250;do e sentido pol&#237;tico do que a inexpressiva express&#227;o &#8220;global&#8221;.&#160;Quanto ao tema que me propus abordar (e fico com esse m&#233;rito para mim), arranjei autores que enfaticamente contam a hist&#243;ria que h&#225; para contar.&#160;E h&#225; muitas hist&#243;rias que merecem a nossa aten&#231;&#227;o.&#160;Proponho, pois, uma leitura atenta de textos que reflectem de forma sintom&#225;tica (espectacular) realidades actuais que s&#227;o verdadeiros enigmas (ou paradigmas) para a nossa sociedade contempor&#226;nea.&#160;&#201; curioso salientar que, afinal, os &#8220;problemas insol&#250;veis da sociedade&#8221; t&#234;m solu&#231;&#227;o poss&#237;vel e em linha de vista, se procurarmos as solu&#231;&#245;es nos &#8220;s&#237;tios&#8221; certos e junto das pessoas adequadas.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Exactamente porque os nossos problemas na moderna actualidade politica (necessariamente global) s&#227;o complexos anagramas de (muito) dif&#237;cil resolu&#231;&#227;o.&#160;&#160;Que o presum&#237;vel leitor fa&#231;a uma boa leitura.&#160;(&#8230; e com &#8220;pensamentos positivos&#8221; residuais)&#160;  Posted: Thursday, August 13, 2009 9:51 PM por fjjeparreira [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <a href="http://sol.sapo.pt/fjjeparreira&nbsp;&nbsp;...............&nbsp;&#038;raquo">http://sol.sapo.pt/fjjeparreira&nbsp;&nbsp;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&nbsp;&#038;raquo</a>; Leituras Sintom&aacute;ticas Recomendadas Sobre a Tem&aacute;tica:&nbsp;&nbsp;(1)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a href="http://mundoindependente.wordpress.com/2008/09/12/alternativas-a-partidocracia-reflexoes-a-partir-do-movimento-estudantil/&nbsp;(2)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp">http://mundoindependente.wordpress.com/2008/09/12/alternativas-a-partidocracia-reflexoes-a-partir-do-movimento-estudantil/&nbsp;(2)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp</a>; <a href="http://www.causanacional.net/index.php?itemid=322&nbsp;&nbsp;(3)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp">http://www.causanacional.net/index.php?itemid=322&nbsp;&nbsp;(3)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp</a>; <a href="http://es.metapedia.org/wiki/Partidocracia&nbsp;&nbsp;(4)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp">http://es.metapedia.org/wiki/Partidocracia&nbsp;&nbsp;(4)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp</a>; <a href="http://www.newstin.com.pt/rel/pt/pt-010-000995679&nbsp;&nbsp;(5)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp">http://www.newstin.com.pt/rel/pt/pt-010-000995679&nbsp;&nbsp;(5)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;nbsp</a>; <a href="http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/&nbsp;&nbsp;(6)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;http://esplendor-na-relva.blogspot.com/2009/07/partidocracia.html&nbsp;&nbsp;(7)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;http://aventar.eu/2009/06/30/falando-de-democracia-partidocracia/&nbsp;&nbsp;&nbsp;...............&nbsp;&nbsp;&nbsp;...............&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;raquo">http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/&nbsp;&nbsp;(6)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;http://esplendor-na-relva.blogspot.com/2009/07/partidocracia.html&nbsp;&nbsp;(7)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;http://aventar.eu/2009/06/30/falando-de-democracia-partidocracia/&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#038;raquo</a>; &ldquo; Uma elite &eacute; indispens&aacute;vel;&nbsp;&nbsp; absolutamente desaconselh&aacute;veis s&atilde;o os elitistas porque, ao desprezarem a vontade dos cidad&atilde;os, negam a ess&ecirc;ncia da democracia, sendo perniciosos para a subsist&ecirc;ncia do pr&oacute;prio regime. &rdquo;(Carlos Ara&uacute;jo Alves)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&raquo; Artigo Ilustrativo (c&oacute;pia integral): &nbsp;http://blogidentitario.wordpress.com/2009/01/11/a-intervencao-civica-como-exercicio-identitario/&nbsp;&ldquo;&hellip;&nbsp;A interven&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica como exerc&iacute;cio&nbsp;identit&aacute;rioJaneiro 11, 2009 Por Jo&atilde;o Martins&nbsp;&nbsp;&Eacute; comum ouvirmos diariamente os nossos concidad&atilde;os tecerem duras criticas ao estado actual do regime partidocr&aacute;tico e consequente degrada&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es democr&aacute;ticas, as quais cada vez mais representam aut&ecirc;nticos ninhos onde grassam o caciquismo, os jogos de influ&ecirc;ncia, o lucro em proveito pr&oacute;prio, o amiguismo, a promiscuidade entre o aparelho pol&iacute;tico e empresarial, entre outras actividades nas quais reina a absoluta aus&ecirc;ncia de valores morais. &nbsp;N&atilde;o se chegou a este estado lastim&aacute;vel por acaso, n&atilde;o &eacute; algo conjuntural, &eacute; isso sim, &eacute; preciso diz&ecirc;-lo, algo que tem origem na pr&oacute;pria estrutura ideol&oacute;gica do regime, ou seja, &eacute; consequ&ecirc;ncia de uma pol&iacute;tica que subjuga o poder pol&iacute;tico ao poder econ&oacute;mico, confundido o segundo com o primeiro atrav&eacute;s da influ&ecirc;ncia tentacular que esse apresenta por via do dom&iacute;nio do aparelho medi&aacute;tico, permitindo assim desviar ou chamar as aten&ccedil;&otilde;es para aquilo que bem se entende e, por conseguinte, condicionar o livre pensamento, a liberdade de express&atilde;o e de ac&ccedil;&atilde;o de todos aqueles que se manifestam em oposi&ccedil;&atilde;o a este estado de coisas.&nbsp;Por outra parte, e aqui tamb&eacute;m &eacute; imperioso denunci&aacute;-lo, a oposi&ccedil;&atilde;o pouco tem feito para se afigurar como uma alternativa s&eacute;ria. Atente-se que n&atilde;o me refiro &agrave; chamada oposi&ccedil;&atilde;o, a oposi&ccedil;&atilde;o oficial &agrave;s pol&iacute;ticas governamentais, na verdade uma caricatura no sentido em que &eacute; esta mesma oposi&ccedil;&atilde;o um sustent&aacute;culo do regime, dada a cumplicidade e coniv&ecirc;ncia desavergonhada. A oposi&ccedil;&atilde;o, aquela que est&aacute; fora das malhas do sistema, essa demonstra total incapacidade para estruturar uma real alternativa de ideias, de valores e mesmo na postura, em suma, demonstra ser incapaz para erigir uma verdadeira contracultura. E n&atilde;o o consegue fazer porque se insiste em fazer mais do mesmo, sem se perceber que n&atilde;o se pode aguardar nada de diferente quando se faz exactamente o mesmo. A cultura pol&iacute;tica &eacute; quase inexistente nas hostes antag&oacute;nicas ao regime e esse facto leva a que persista a dificuldade em perceber que o campo da ac&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica n&atilde;o se resume, nem pode resumir &agrave; actividade partid&aacute;ria e muito menos ao todo-eleitoral. O cerne da quest&atilde;o passa invariavelmente pelo assumir de uma nova forma de fazer pol&iacute;tica, uma abordagem inovadora e descomplexada, liberta da depend&ecirc;ncia dos partidos e que n&atilde;o nos deixe condicionar pelos mesmos, ou seja, uma din&acirc;mica pol&iacute;tica, social e cultural que nos coloque em directo contacto com o povo. Essa via d&aacute; pelo nome de interven&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica.O fim &uacute;ltimo de qualquer organiza&ccedil;&atilde;o, seja de que &iacute;ndole for, &eacute; a aceita&ccedil;&atilde;o popular de uma ideia, de uma concep&ccedil;&atilde;o societ&aacute;ria. Para se alcan&ccedil;ar esse est&aacute;gio &eacute; necess&aacute;rio, antes de mais, ter poder. Por&eacute;m para se ter poder &eacute; preciso desenvolver mecanismos que visem &agrave; difus&atilde;o dos ideais da organiza&ccedil;&atilde;o, seja pelo convencimento da justeza dos mesmos, seja pela influ&ecirc;ncia, em forma de l&oacute;bi, juntos dos organismos institucionais. Somente aqueles que tem capacidade para influenciar podem, com propriedade, dizer que possuem poder, poder para mudar aquilo que consideram estar errado.&nbsp;Ora, que mecanismos temos ao nosso dispor para podermos realmente tornar-nos na t&atilde;o almejada alternativa? Muitos, atrevo-me a dizer. &Eacute; certo que n&atilde;o possu&iacute;mos a capacidade financeira dos nossos advers&aacute;rios, n&atilde;o temos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o que eles det&ecirc;m, por&eacute;m, m&uacute;ltiplos s&atilde;o os meios que podemos empregar e sem a obrigatoriedade de elevados custos financeiros. A internet, qui&ccedil;&aacute; o derradeiro espa&ccedil;o livre, afigura-se como um excelente instrumento para se chegar a uma audi&ecirc;ncia de centenas ou milhares de pessoas. Este &eacute; somente um exemplo onde podemos exercer a interven&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica, no entanto existem muitas outras formas de fazer pol&iacute;tica diariamente. Ora vejamos, quantos de n&oacute;s est&atilde;o envolvidos nas comiss&otilde;es de moradores? Quantos de n&oacute;s pertencem &agrave;s associa&ccedil;&otilde;es de estudantes nas escolas e universidades? Quantos de n&oacute;s interv&ecirc;m nas reuni&otilde;es de pais e procuram ter um papel crucial na educa&ccedil;&atilde;o que os filhos t&ecirc;m nas escolas? Quantos de n&oacute;s procuram envolver-se nos sindicatos e comiss&otilde;es de trabalhadores? Quantos de n&oacute;s pertencem aos escuteiros e dessa forma procuram influenciar uma parte da juventude que pela sua conduta est&aacute; muito pr&oacute;xima daquilo que preconizamos? Quantos de n&oacute;s pertencem ao rancho folcl&oacute;rico da sua regi&atilde;o e dessa forma ajudam &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o da identidade carnal do seu povo? Quantos de n&oacute;s s&atilde;o membros de uma banda musical que reflicta nas letras a nossa forma de conceber a vida e o mundo? Quantos de n&oacute;s pertencem &agrave;s associa&ccedil;&otilde;es culturais e recreativas das suas localidades? Enfim, poderia continuar por a&iacute; adiante a salientar aspectos das nossas vidas di&aacute;rias que poderiam ser rentabilizados para benef&iacute;cio das nossas ideias, mas que por in&eacute;rcia ou receio infundado nada se faz.&nbsp;A interven&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica revela-se como uma excelente oportunidade para sairmos da redoma em que temos estados encerrados, pois, al&eacute;m de ser uma actividade significativamente respeitada, permite uma aproxima&ccedil;&atilde;o aos mais diversos sectores da nossa popula&ccedil;&atilde;o, com a garantia de que se formos determinados e convictos naquilo em que nos envolvermos, encontraremos terreno f&eacute;rtil para a difus&atilde;o do nosso ide&aacute;rio, abrindo brechas na malha do sistema e criando zonas livres e desintoxicadas da propaganda do regime. Tal deve ser doravante a nossa linha de actua&ccedil;&atilde;o. &nbsp;Estabelecer objectivos concretos por via da interven&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica, eis uma f&oacute;rmula que trar&aacute; inegavelmente resultados positivos no campo da ac&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, social e cultural deste nosso combate identit&aacute;rio. Poder&aacute; demorar, pouco importa, a pressa sempre foi inimiga da perfei&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&#8230;&rdquo;&nbsp;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Este blogue, por for&ccedil;a de circunst&acirc;ncias pessoais mas tamb&eacute;m da cifose estrutural da nossa vida comunit&aacute;ria pol&iacute;tica e social no seio do Estado (e tal palavr&atilde;o diz respeito a uma variante de escoliose no sentido da inclina&ccedil;&atilde;o identit&aacute;ria da nossa &ldquo;espinha dorsal&rdquo;), tornou-se num espa&ccedil;o tem&aacute;tico sobre a ess&ecirc;ncia da nossa organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social;&nbsp;&nbsp; &nbsp;mas tamb&eacute;m (e da mesma forma) os assuntos de seguran&ccedil;a e defesa, e tudo o que lhes est&aacute; directamente associado na perspectiva actual de pol&iacute;tica e sociedade, concebendo todo o conjunto de ideias aqui inscritas numa perspectiva de visionamento pol&iacute;tico independente e absentista neste nosso belo e presum&iacute;vel Estado de Direito Portugu&ecirc;s.&nbsp;Pretendo escrever sobre Democracia, portanto.&nbsp;E interessa-me a nossa;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portugal no mundo global.&nbsp;A prop&oacute;sito, h&aacute; algum tempo que me ocorre com frequ&ecirc;ncia a express&atilde;o &ldquo;mundo colectivo&rdquo;, numa perspectiva macrosc&oacute;pica de corporativismo, de colectivismo, de comunidade das comunidades de pessoas, etc. (de facto);&nbsp;&nbsp;&nbsp; porque h&aacute; muitos sin&oacute;nimos e todos eles mais felizes e realistas de conte&uacute;do e sentido pol&iacute;tico do que a inexpressiva express&atilde;o &ldquo;global&rdquo;.&nbsp;Quanto ao tema que me propus abordar (e fico com esse m&eacute;rito para mim), arranjei autores que enfaticamente contam a hist&oacute;ria que h&aacute; para contar.&nbsp;E h&aacute; muitas hist&oacute;rias que merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Proponho, pois, uma leitura atenta de textos que reflectem de forma sintom&aacute;tica (espectacular) realidades actuais que s&atilde;o verdadeiros enigmas (ou paradigmas) para a nossa sociedade contempor&acirc;nea.&nbsp;&Eacute; curioso salientar que, afinal, os &ldquo;problemas insol&uacute;veis da sociedade&rdquo; t&ecirc;m solu&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel e em linha de vista, se procurarmos as solu&ccedil;&otilde;es nos &ldquo;s&iacute;tios&rdquo; certos e junto das pessoas adequadas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Exactamente porque os nossos problemas na moderna actualidade politica (necessariamente global) s&atilde;o complexos anagramas de (muito) dif&iacute;cil resolu&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&nbsp;Que o presum&iacute;vel leitor fa&ccedil;a uma boa leitura.&nbsp;(&hellip; e com &ldquo;pensamentos positivos&rdquo; residuais)&nbsp;  Posted: Thursday, August 13, 2009 9:51 PM por fjjeparreira [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Memória Virtual &#124; Blogosfera em 2007 (XIX)</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-19420</link>
		<dc:creator>Memória Virtual &#124; Blogosfera em 2007 (XIX)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 22:23:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de Chefes de Estado da União Europeia) sobre o futuro Tratado de Lisboa&#8230; suscitando-se, de imediato, a questão da sua ratificação, por via referendária ou [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de Chefes de Estado da União Europeia) sobre o futuro Tratado de Lisboa&#8230; suscitando-se, de imediato, a questão da sua ratificação, por via referendária ou [...]</p>
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		<title>Por: Democracia, Logística e Representatividade : [ fractura.net ]</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-15070</link>
		<dc:creator>Democracia, Logística e Representatividade : [ fractura.net ]</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 19:07:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] d&#8217;Élite&#8220;, a propósito de um escrito de Carlos Araújo Alves intitulado &#8220;Tratado Europeu - o regime da partidocracia e as elites&#8220;, que &#8220;as elites não são, na realidade, eleitas pelo Povo que supostamente [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] d&#8217;Élite&#8220;, a propósito de um escrito de Carlos Araújo Alves intitulado &#8220;Tratado Europeu &#8211; o regime da partidocracia e as elites&#8220;, que &#8220;as elites não são, na realidade, eleitas pelo Povo que supostamente [...]</p>
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		<title>Por: Carlos Araújo Alves</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-14008</link>
		<dc:creator>Carlos Araújo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 10:18:10 +0000</pubDate>
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		<description>Tratantes, amigo Zé? Não diria tanto, mas mandantes sem mandatados terem sido pelos cidadãos, dessa não escapam.

Abraço e obrigado pelo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tratantes, amigo Zé? Não diria tanto, mas mandantes sem mandatados terem sido pelos cidadãos, dessa não escapam.</p>
<p>Abraço e obrigado pelo comentário.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Araújo Alves</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-14007</link>
		<dc:creator>Carlos Araújo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 10:16:23 +0000</pubDate>
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		<description>Não me parece que seja a liberdade que está ameaçada, amigo Rajodoas, mas sim a democracia, aquele que está no pensamento dos democratas, aquela em que os cidadãos são ouvidos e tidos em conta.

Abraço e obrigado pelo comentário</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me parece que seja a liberdade que está ameaçada, amigo Rajodoas, mas sim a democracia, aquele que está no pensamento dos democratas, aquela em que os cidadãos são ouvidos e tidos em conta.</p>
<p>Abraço e obrigado pelo comentário</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: [ fractura.net ]</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-13994</link>
		<dc:creator>[ fractura.net ]</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 21:15:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Carlos Araújo Alves O problema das elites europeias é que de facto não o são! Em democracia, da elite deveriam fazer parte aqueles que os cidadãos reconhecem e suas opiniões seguem; hoje, a intitulada elite, tem apenas por sustentação os media e tem pavor, desdém em alguns casos, da vontade popular expressa. Uma elite elitista é, em democracia, a absoluta negação da sua condição de elite, uma vez que esvazia a subatância do conceito, ao purgá-lo da condição de ouvir e cumprir a vontade dos cidadãos. Uma elite é indispenásavel; elitistas são absolutamente desaconselháveis porque, ao a negarem a essência da democracia representativa, são perniciosos para a subsistência do próprio regime. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Carlos Araújo Alves O problema das elites europeias é que de facto não o são! Em democracia, da elite deveriam fazer parte aqueles que os cidadãos reconhecem e suas opiniões seguem; hoje, a intitulada elite, tem apenas por sustentação os media e tem pavor, desdém em alguns casos, da vontade popular expressa. Uma elite elitista é, em democracia, a absoluta negação da sua condição de elite, uma vez que esvazia a subatância do conceito, ao purgá-lo da condição de ouvir e cumprir a vontade dos cidadãos. Uma elite é indispenásavel; elitistas são absolutamente desaconselháveis porque, ao a negarem a essência da democracia representativa, são perniciosos para a subsistência do próprio regime. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-13988</link>
		<dc:creator>Zé</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 20:05:14 +0000</pubDate>
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		<description>Um tratado de tratantes...
Numa democracia cada dia mais cleptocrata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um tratado de tratantes&#8230;<br />
Numa democracia cada dia mais cleptocrata.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rajodoas</title>
		<link>http://ideias-soltas.net/2007/10/22/tratado-europeu-o-regime-da-partidocracia-e-as-elites/#comment-13983</link>
		<dc:creator>rajodoas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 18:17:06 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é por isso caro amigo abordei hoje assim:

Todos nós damos conta
De não viver em democracia
Ela está sofrendo afronta
Hoje, ontem, em qualquer dia

O poder instituído
Pela vontade popular
Afronta-nos está corroído
Persiste e está para durar

Estão-nos pois a encurralar
Com medidas legislativas
Não há vontade popular
Nem atitudes impeditivas

Para suster toda esta acção
Que está sendo concertada
Numa ou noutra reunião
Fica a liberdade ameaçada

Estamos pois a retroceder
Nos direitos e liberdades
Está-me por isso a parecer
Haver muitas más vontades</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é por isso caro amigo abordei hoje assim:</p>
<p>Todos nós damos conta<br />
De não viver em democracia<br />
Ela está sofrendo afronta<br />
Hoje, ontem, em qualquer dia</p>
<p>O poder instituído<br />
Pela vontade popular<br />
Afronta-nos está corroído<br />
Persiste e está para durar</p>
<p>Estão-nos pois a encurralar<br />
Com medidas legislativas<br />
Não há vontade popular<br />
Nem atitudes impeditivas</p>
<p>Para suster toda esta acção<br />
Que está sendo concertada<br />
Numa ou noutra reunião<br />
Fica a liberdade ameaçada</p>
<p>Estamos pois a retroceder<br />
Nos direitos e liberdades<br />
Está-me por isso a parecer<br />
Haver muitas más vontades</p>
]]></content:encoded>
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