Já por diversas vezes divulguei o projecto Música nos Hospitais promovido pela Associação Portuguesa de Música nos Hospitais e Instituições de Solidariedade – APMHIS em parceria com a Orquestra Metropolitana de Lisboa (link). Vejam a reacção das crianças nesta reportagem da SIC no Hospital de Santo António e

comprem, vá lá, comprem um cachecol para financiar o projecto.

Transcrevo email da APMHIS:

A Modalfa e a RTP, através do concurso Operação Triunfo, associaram esforços e decidiram apoiar a Associação Portuguesa de Música nos Hospitais e Instituições de Solidariedade – APMHIS, lançando um produto cujas receitas revertem para a Música nos Hospitais, permitindo assim que a sua acção se possa estender a mais instituições
(neste momento estamos no Hospital Garcia de Orta- Almada e no Hospital Geral de Santo António-Porto – serviços de pediatria, na Maternidade Júlio Diniz-Porto – serviços de maternidade e obstetrícia, no Hospital Nossa Senhora do Rosário-Barreiro e Hospital de São Bernardo-Setúbal – nos serviços de hospital de dia oncológico adultos, na Santa Casa da Misericórdia de Almada e no Lar Mansão de Marvila-Lisboa – lares de idosos e no Lar de Santa Catarina-Casa Pia-Lisboa – residência de crianças e jovens).

O produto consiste num cachecol (muito giro, com várias combinações de cores), produzido pela Modalfa, que foi lançado pelo programa Operação Triunfo e que tem vindo a ser promovido pelos concorrentes. Pode-se encontrar em várias lojas por todo o país, custa 4,95€ revertendo 2€ por peça para a Música nos Hospitais.

Deixamos aqui o nosso convite para que se associem a esta iniciativa e que, aproveitando o frio que parece ter-se instalado, adquiram o cachecol, para uso próprio para oferta, …, sabendo que estão a unir esforços para que o nosso trabalho possa chegar a mais pessoas.

Ler na íntegra o desgosto ou a mui justa indignação do Henrique Silveira face ao alheamento ou desprezo da nossa suposta “intelligentia” face aos eventos musicais e, acrescento eu, à educação artística, onde a musical se inclui.

Deixo um excerto:
Portugal é um país onde a cultura musical é miserável e onde os tais opinion makers não dedicam o menor interesse à música. É natural assim que um recital de Schubert com dois dos mais excelsos intérpretes fique às moscas enquanto numa recôndita aldeia da Aústria (1800 habitantes) encha sistematicamente uma sala (Angelika Kauffmann Hall) com mais de seiscentos lugares, que se situa a mais de três horas de carro de Viena e de Salzburg, para a Schubertiade.

Lembrando a “posição tradicional da União Europeia, que continua a reconhecer a política de uma só China”, defendendo uma solução “pacífica e de diálogo” para o conflito no estreito de Taiwan, o presidente em exercício da União Europeia afirmou que “o referendo pode alterar de forma negativa o status quo” na região. (via Diário de Notícias)

Ética? Qual ética qual carapuça! Isto é estratégia pura – estar de bem com a China e, claro, não esquecer, apoiar, nos bastidores, a existência de Taiwan para continuarmos a comprar componentes baratos.
Viva a democracia pragmática, viva o cinismo pragmático, viva toda esta tão, mas tão pragmática gente!
O mundo é vosso, creiam! Creiam e não temam! Mas só vosso!

Por motivos de ordem técnica o Educação Artística FORUM esteve offline durante uns dias.
Graças ao precioso trabalho de Paulo Querido, responsável pelo projecto editorial TubarãoEsquilo, foi possível recuperar todos os textos que lá tinham sido colocados e recolocá-lo online com mais funcionalidades e melhor protegido.
A todos os participantes peço desculpa pelo incómodo e agradeço a paciência pela espera e interesse demonstrados.

(…) il exige de ses interprètes une parfaite maîtrise de la danse académique et une grande faculté d’adaptation aux courants néoclassiques. (via Wikipédia)

excerto

Bolero de Ravel, coreografado por Maurice Béjart e dançado por Jorge Donn (solista) e ‘The Art Of The 20th Century Ballet’.



«(…) il exige de ses interprètes une parfaite maîtrise de la danse académique et une grande faculté d’adaptation aux courants néoclassiques. (Wikipédia)

(…) il exige de ses interprètes une parfaite maîtrise de la danse académique et une grande faculté d’adaptation aux courants néoclassiques. (via Wikipédia)
Coreografia de Béjart do ‘Adagietto’, 4º andamento da 5ª Sinfonia de Mahler, interpretada por John Donn.


Maurice Béjart
un minimum d’explication, un minimum d’anecdotes, et un maximum de sensations – em Un instant dans la vie d’autrui

Inconsolável

«(…) il exige de ses interprètes une parfaite maîtrise de la danse académique et une grande faculté d’adaptation aux courants néoclassiques. Adepte d’un spectacle total, il mêle les univers musicaux, lyriques, théâtraux et chorégraphiques, mettant en valeur les qualités individuelles de ses solistes, tout en étant très exigeant pour les mouvements d’ensembles.» (via Wikipédia)

atrás tinha dado notícia da rejeição de 4 dos 5 recursos entregues no Supremo Tribunal do Paquistão contra a reeleição de Musharraf, de forma indirecta, pelo Parlamento.
Hoje chega a notícia de que o quinto e último recurso foi igualmente rejeitado pelo mesmo Tribunal, cuja composição Musharraf refez a seu favor durante o estado de emergência que decretou.
O silêncio das democracias ocidentais mantém-se como sinal claro de conivência com o feroz regime ditatorial de Musharraf que chegou ao poder, recorde-se, há 8 anos através de um golpe de Estado!
Vergonhoso!

Quaresma e Cristiano RonaldoDe há cerca de um ano a esta parte não há jogo de futebol transmitido pela televisão com Ricardo Quaresma em campo onde este não seja achincalhado na sua profissão pelos jornalistas e comentadores de serviço.
Desconheço o que estará por trás desta campanha difamatória, mas constato que este comportamento começou a verificar-se desde que tem sido titular na selecção e que os contornos são muito idênticos à perseguição implacável que sofreu durante anos Vítor Baía.
Ainda ontem, apesar da qualidade da a sua exibição ter estado ter estado aquém das suas possibilidades, mostrou ser o atacante português mais inconformado com o empate e, olhando para as estatísticas, foi o jogador que mais ataques concretizou, o que mais centrou para a área, o que mais assistências para golo fez e o que mais rematou.
Mas não bastou! Os jornalistas televisivos enxovalharam-no do princípio ao fim e hoje os jornais desportivos trataram de lhe dar a pontuação mais baixa que atribuíram aos jogadores intervenientes.
Execrável, é o mínimo que se pode dizer desta campanha orquestrada pelos jornalistas desportivos portugueses!