A Sony BMG, useira e vezeira em bloquear o acesso aos seus produtos sem curar de aprender a livre circulação deles é o melhor meio publicitário, por um lado e, por outro, que o canal de distribuição de música via net está para ficar, anunciou que retirará os códigos “DRM” (Digital Rights Management) por si inventados.
A protecção contra cópias da Sony BMG - DRM - consiste num software inserido no CD que se instala automaticamente nos computadores de secretária que usam o sistema operativo Windows, criando problemas sérios de segurança, pelo facto de interferirem na protecção contra vírus e spywares.
Mas o mercado falou mais alto (ainda se lembram na guerra no início do vídeo entre o sistema VHS e o Beta da Sony nos anos 80?) obrigando a Sony BMG a anunciar que irá retirar esse software dos seus CD’s e abrir-se à venda online. (ver notícia na Folha de S. Paulo)
Com efeito, a WEB 2.0 abriu (e continua a abrir) possibilidades de edição (ver Web 2.0 coloca mercado da música em ebulição), difusão e venda directa de música directamente pelos músicos, sendo que quem está em causa e a perder espaço são precisamente as editoras como avisou, atempadamente, o Paulo Gomes:
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