O anterior Presidente da Câmara do Porto tinha celebrado um protocolo que previa a cedência de terrenos com a empresa Soares da Costa. Rui Rio baseou a sua campanha eleitoral contra esse protocolo e não o cumpriu.
No site da Câmara do Porto, Rui Rio iliba-se de responsabilidades ao afirmar que não aprovou nem ratificou protocolo, mas não é por isso que os portuenses arcarão com o ónus de 6.000.000,00€, mas sim pelo facto de o actual Presidente não ter, por considerar ilegal, cumprido o estabelecido.
Das duas, uma, Sr. Dr. Rui Rio: ou cumpria o protocolo ou, se estava tão certo da sua ilegalidade, pedia um inspecção ao Tribunal de Contas e colocava o responsável em tribunal. Se assim não procedeu não vejo como poderá subtrair-se à responsabilidade da decisão do Tribunal já que, em nome dos portuenses, rompeu unilateralmente um contrato assinado.
Mas lembro-me, sim, que essa atitude foi mais uma daquelas que tomou em nome da tal promiscuidade entre o futebol e a política, trocado por miúdos, subjugado pelo ódio pessoal ao presidente do F. C. do Porto!
Não faz mal, não se preocupe, a Câmara paga!
Tags: política futebol, Porto, Promiscuidade, Rui Rio






















Só para lembrar que o Dr. Rui Rio é do Boavista. Também convem lembrar que de inimigos figadais, e por razões que porventura todos (des)conhecemos algo se passou para de repente entre Boavista e F.C.P. se passar a dizer; tão inimigos que nos éramos…
Fico sempre com a sensação de já ter visto acontecer tanto com os nossos políticos
É quase uma sensação de mau cheiro que não há “Fairy” que apague!
Bora lavar pratos para a pista do novo aeroporto de Lisboa e assim bater o recorde da feijoada!!!
Pois, Ricardo, a gente paga isso, não é?
Abraço e obrigado pelo comentário.