Fev 142008
Infelizmente continuo sem resposta a esta pergunta, Sr. Dr. Paulo Feliciano, que lhe dirigi enquanto vice-presidente da Agência Nacional para a Qualificação.
Sei que hoje está de visita ao Instituto Gregoriano de Lisboa mas, se calhar, ainda arranjará algum tempito para nos informar, uma vez que, como afirma, as escolas de ensino especializado só têm gente a partir das 17 horas.
Nós temos tempo para obter uma informação que deveria ser do domínio público.
Tags: Agência Nacional para a Qualificação, Educação Artística, Ensino Artístico, Grupo de trabalho para a reestruturação do Ensino Art, Instituto Gregoriano, Ministerio da Educação, Petição
Textos Relacionados:
3 Respostas to “Sr. Dr. Paulo Feliciano”
Comentários (3)























Este nome quando o ouvi pela primeira vez, e acho que até to disse Carlos, deu-me logo uma ideia muito, muito fascizante, muito ditatorial. Mas já agora, vão lá ler os estatutos desta tal AGÊNCIA NACIONAL PARA A QUALIFICAÇÃO! É demais… Eles têm mesmo autoridade para fazerem o que bem lhes apetecer tanto com as pessoas, como com o património, têm todas as condições para que educação seja completamente economicista… ora vão lá ler:
AGÊNCIA NACIONAL PARA A QUALIFICAÇÃO
Portaria nº 959/2007, DR 160, Série I, de 2007-08-21
Ministérios das Finanças e da Administração Pública, do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação
Aprova os Estatutos da Agência Nacional para a Qualificação, I.P.
Ah e depois tem associada à tal AGÊNCIA, algo que é um pouco mais conformista, mais adaptável, com um nome mais na moda, mais psico-analítico, tipo assim de fingir que se sabe qualquer coisinha para inglês ver, ou seja, mais, talvez mais generalista e que tem por nome: NovasOportunidades.gov.pt.
Lindo! São os novos fazedores de fazer-educação, os especialistas na matéria de demolir o que não lhes interessa, para construir de novo…
São os novos contrutores-reformadores das psicologias e ciências educacionais. Precisam de fazer novos cursos do lazer, da distracção e de um novo bem estar em novas e simplórias oportunidades, para se consumirmos, no nada fazer, a ter de aceitarmos o que acham que é bom para a generalidade e porque sim!
Porque sim???
Sim… porque sim, porque é preciso consumir o que eles querem que se consuma, então??? É o mercado das pessoas-coisas!!! È preciso adaptarmo-nos! Ai é???
Estão muito enganados, mas é.
As pessoas têm sentimentos e pensamentos, não são coisas… E por isso é que a Cultura e Educação sempre caminharam e continuarão a caminhar de mãos dadas.
Esqueci-me de dizer que o vi ontem na RTPN naquele debate do Ensino Artístico. No início estava um pouco nervoso e angustiado, até tremia, mas até deu bem conta do seu trabalhinho, é que estudou muito bem o seu trabalho de casa, a jornalista não percebia da matéria e … enfim!!!
Esta Agência tem um potencial desmesuradamente potencial, Ali-se. Diria até potencialississérrima …
Beijinho e obrigado pelo comentário.