Fev 192008
“Avé Maria” de Back / Gounod com Bobby McFerrin. O 1º vídeo foi captado na Alemanha com o público; o 2º nos EUA, com necessidade de um coro profissional, para…, senão…
Ensino Artístico Especializado para quê? Quem somos? Donde vimos? Para onde vamos?
Tags: Avé Maria, Bach, Bobby McFerrin, Cultural Management, Educação Artística, Ensino Artístico, Ensino Artístico Especializado, Ensino Artístico Especializado petição, Gestão Cultural, Gounod, Música, Youtube
Textos Relacionados:
6 Respostas to “Quem somos? Donde Vimos? Para onde vamos?”
Comentários (4) Pingbacks (2)























Munique 25 de Março de 1986. Calcorreio a cidade com os olhos de quem tinha completado 18 anos há 15 dias. saboreio… não, devoro avidamente cada pedaço daquela cidade. Entro numa loja,livros nunca vistos, partituras, perco-me, deslumbro-me… Saio com todo o Bach que o meu colo podia transportar. Respiro o ar fresco, inundada de felicidade, mal consigo acreditar que o que trago no colo custou apenas umas moedas. Continuo o meu caminho enSonhado de pensamentos. Uma voz em inglês traz-me de volta. “A menina gosta de Bach”. Estupefacta e ainda a duvidar se era comigo que falava olho um rosto que jamais esquecerei. Pele branca. Olhos azuis. Cabelo e barba grisalhos. Meio atrapalhada respondo, “sim gosto, estudo música…” sorriu e abriu uma das cantatas que trazia no colo e diz “Então vamos cantar um bocadinho eu estudei no conservatório” E assim aconteceu, envoltos por de mil flores coloridas, as flores que vendia na praça. Como quem acaba de viver um sonho continuo o meu caminho.Sorrio,sonho, enSonho… acredito que 22 anos mais tarde algo semelhante possa acontecer Donde vinha e para Onde ia, o meu país, a minha cidade. E hoje Para onde vou? Em frente em busca do meu sonho!!!
Zé Manel, tenho saudades tuas, de ti e daquilo que és. Há já pouco.. pouco tempo, muito pouco devir para encontrar o que defendes e em vida professas – uma coluna vertebral.
Muito obrigado pela referência e grande abraço.
Filipa
Procurar Ser é incompatível com a obstinação de se ser só por TER.
Para Ser-se necessitamos que nos dêem acesso aos caminhos que a alma pode percorrer, sem fim nem infinito.
Beijinho e obrigado pelo comentário.
Muito obrigado pela referência, Mário Pires.