Sempre às segundas-feiras, à noite, noite dentro, numa cave, cave de fumo, de fumo e de álcool, e de pouca luz e de fumo, mas sempre a propósito da poesia e de a bem dizer, de a amar, de a sentir, de irmos por onde ela…, ela e Joaquim Castro Caldas nos transportava.
Foi ontem, há 20 anos, que me iniciei a descer à cave do Pinguim Café para ouvir não já música, mas Castro Caldas, ele e quem queria dizer, dizer o que há muito no Porto o hábito se perdera – poesia.
Na quinta-feira, 13 deste mês, regressaremos ao Pinguim Café para homenagear quem bem nos fez, Joaquim Castro Caldas, 20 anos depois, onde estará, com certeza, o seu último livro – Mágoa das Pedras.
Bem-hajas Joaquim Castro Caldas pelo que de ti por amor à poesia (nos) deste.
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Fico muito feliz com a notícia sobre a homenagem que vão prestar a Joaquim Castro Caldas.
Há uns anos que tive o prazer de o conhecer pessoalmente e usufruir da sua poesia, do seu gosto por espalhar as palavras pelos lugares nocturnos do Porto, porque qualquer momento ou lugar eram ideais para as palavras.
Infelizmente neste momento é-me de todo impossível poder comparecer a tal homenagem, mas aqui deixo o meu bem haja.
Sem dúvida uma noite fantástica a não perder.
Muito obrigado pelo comentário, estimada Cristina Rocha.
Passei muitas noites de música, poesia e copos com o Joaquim. Bons e frutíferos encontros no bar do Chapitô que ficam para sempre.
Obrigado pelo comentário, estimado Rui Rebelo.
Abraço
Joaquim. Encontrei-te hoje, passados 20 anos, num jornal diário a propósito do teu novo livro. Conhecemo-nos no Pinguim Café. Chamaste-me uma vêz “poeta no anonimato”; só tu. Marcaste-me, Acordaste-me. Neste tempo viajaste comigo, dialoguei contigo, viveste comigo no anonimato. Guardo religiosamente as tuas sandálias, que tanto prezavas, mas que esqueceste. A Vida e o Tempo fizeram. Um abraço, vou procurar-te. Luís
Obrigado pelo comentário, caro Luís Correia.