Ciências da educação e da sociedade em perspectiva
Parece que Álvaro de Almeida Santos, presidente do Conselho das Escolas, órgão consultivo e selectamente seleccionado do Ministério da Educação, dá o mote para novo rumo da investigação - educação e sociedade ou a sociedade em contexto educativo, ao afiançar, seguramente alicerçado em estudos de rigor:
(…) os estabelecimentos de ensino são dos lugares mais seguros da sociedade(…)
mas não obstante…
Se as armas provêm da família e da sociedade, então é preciso actuar a montante das escolas. (via Público)
Assim sendo, e neste contexto, exigimos: sociedade fora das escolas, JÁ!
Inadmissível permitir que a sociedade permaneça a montante das escolas! Se tal não for possível de imediato, colocá-la, pelo menos temporariamente, a jusante!
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Do lado de quem havia de estar o asséptico e politicamente correcto PCE????
Há posições opostas e os que simpatizantes de cada estilo.
Do lado do PGR estão os que procuram varrer o lixo.
Do lado de MLR e respectivos secretários, aqueles que não querem ver o lixo, mas por dar menos trabalho o escondem debaixo da carpete.
É o que está a acontecer com tudo: uma avaliação para professores à pressa, CEFs com diploma pre-fabricado e novas oportunidades para o mais descarado oportunismo. Sucesso escolar e abandono escolar disfarçados com transições a todo o custo e muitos diplomas e certificados. Mau comportamento desvalorizado e desculpabilizado. Neste reino de faz de conta, quando muitos acordarem irão descobrir que
há razões para proibir e sancionar o fabrico de moeda falsa. É que diplomados incompetentes também não servem para nada.
Não há faltas de material escolar. Implicitamente está a reconhecer-se que os que vão armados estão a usar o mesmo direito que os outros que levam material escolar. No final uns e outros terão diploma. Tudo numa boa!!!
Talvez esteja de acordo com a essência do que afirma, estimada Maria. Ressalvo, no entanto, que me parece muito redutor haver só dois lados - o do PGR e o de MLR.
O meu lado é o de uma escola pública que ensine e os alunos aprendam sem grandes “parangonas” de qualificação, sucesso ou competências.
Avalie-se, assiduamente, o que os alunos aprenderam e desde logo a avaliação do professor está feita, bem como a da escola, desde que os objectivos estejam enquadrados e balizados por uma progressão de alcance viável e sustentado.
Muito obrigado pelo comentário.