Os arautos do absolutamente livre funcionamento dos mercados, os neo-liberiais de hoje, que não liberais à moda antiga como gosta, justamente, Francisco José Viegas de se demarcar, uma vez que estes aprenderam com Keynes após a depressão de 29, desaparecem sempre em momentos de crise económica e/ou financeira, ousando mesmo demandar dos Estados obrigações que em tempos de abastança recusam, chegando mesmo ao ponto de quase defenderem a abolição do seu papel de regulador. (ver notícia do Público que anuncia que o FMI pede intervenção pública mais radical no mercado)

A “mão invisível” tem destas coisas, a de encher os bolsos do grande capital sem rosto em tempos de abastança e de comprometer os Estados, ou seja, os impostos dos cidadãos, em tempos de crise!
Nada de novo, portanto, nem sequer a tendência dos responsáveis dos Estados para enfiar a cabeça areia adentro!


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  1. Obrigado pela referência, caro Dissidente-X

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