Banco de Portugal conta com apenas 60 técnicos de supervisão bancária, segundo esta notícia do Público, para fiscalizar cerca 320 instituições financeiras. Há 5 anos eram mais de 160…
Quando se fala de lavagem de dinheiros de droga, de tráfico de mulheres, de armas, de agiotagem e especulação financeira, de ‘off shores’, of shure que 60 técnicos são mais que suficientes para a ‘mão invisível’ funcionar!
O problema é de regulação? Mas claro, é evidente,! Quem apenas quer dispor de 60 técnicos de supervisão bancária, não regula. Esse é o verdadeiro problema de regulação – de gente que não regula…, nem quer regular!
E administradores no Banco de Portugal? E directores? E administradores e directores aposentados após uns anitos de actividade? Perdemos a conta não foi? E sabem porquê? Porque a gente também não regula ao permitir esta palhaçada!
Somos nós, sim, somos todos nós que permitimos que esta gente leve vida boa à nossa custa, com o nosso beneplácito e até o voto em democrática urna!
Têm razão! O problema é de regulação!


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3 Respostas to “Banco de Portugal – 60 técnicos de supervisão bancária”

Comentários (2) Pingbacks (1)
  1. jose diz:

    A ligação BPN / Banco de Portugal
    José Oliveira e Costa, o ex-presidente do BPN, foi, durante os anos 80, director do departamento de inspecção de crédito (DIC) do Banco de Portugal. Este departamento é, pasme-se, o antecessor do agora famoso departamento de supervisão bancária (DSB).
    António da Silva Ferreira, director adjunto do DSB desde a sua criação, há mais de 20 anos, foi subordinado de José Oliveira e Costa no extinto DIC e no começo do actual DSB, agradecendo a este a sua carreira meteórica no Banco. O facto de se encontrar na direcção do DSB há tanto tempo (durante o qual houve 4 directores diferentes) permitiu-lhe nomear para os cargos de coordenação de área e de núcleo “homens de mão”, verdadeiros paus-mandados!
    Pelas mãos de João Rosa, coordenador de área do DSB, conhecido por ter tido carreira hiper-meteórica graças aos “favores” prestados ao seu chefe António de Silva Ferreira, terão passado grande parte dos processos de supervisão do BPN nos últimos anos.

  2. Obrigado pelo comentário, estimado José. Pela sua pertinência tomei a liberdade de fazer-lhe uma referência directa em novo post.

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