O governo, e bem, não dá o aval solicitado pelo Banco Privado Português e, adianta Teixeira dos Santos, não o nacionalizará por entender não ser, e cito o Ministro das Finanças, “um caso de polícia” nem “um banco comercial”. Ao Banco Privado Português restará ou a aceitação de um plano de recuperação pelo Banco de Portugal ou a falência. (ver Público)
Parece-me bem, mas deixe de fazer, se é que fazia, o mínimo de sentido e coerência a nacionalização do BPN, já que o montante em causa é similar e, por outro lado, se este é “caso de polícia”, fica-se com a ideia de que o Estado impediu a falência de um banco devido a gestão danosa e não a de um banco cujo problema é derivado da crise financeira internacional!
Critérios precisam-se e precisa-se de os saber e dar a conhecer antecipadamente, até para que depois não recaiam suspeitas de que poderão as decisões enfermar de interesses particulares.
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