György Cziffra interpreta a ‘Valsa Impromptu’ de Liszt. Adequada a quem é sensível ao romantismo sem condescendências lamechas de mau gosto. Bom fim-de-semana.
Obrigado, Paulo, pelas tuas palavras. Há muitos bons músicos, incluindo pianistas, é claro, muitos deles melhores que Czifra, com certeza, mas que queres…, tenha ‘panca’ pelo homem! Sadia, entenda-se! Abraço e obrigado pelo comentário.
com todo respeito aos comentarios feitos a impromptu mas,liszt tem outras musicas que para mim sao muito mais sublimes que esta em questao!mito obrigado luciano santana!!
que mãos!
que virilidade, tal qual Liszt
o romantismo é todo esse
nada de chora-pinguinhas
digamos as coisas como elas são
embora doa
e é claro
dói
obrigado por este momento
abraço
Não tive tempo de comentar no fim de semana em questão.
Agora só posso dizer que fiquei sem palavras!
Grande escolha!!!
Adorei.
Obrigado, Ricardo, pelo teu amor partilhado pelo período do “romantismo”.
Abraço
Obrigado, Paulo, pelas tuas palavras. Há muitos bons músicos, incluindo pianistas, é claro, muitos deles melhores que Czifra, com certeza, mas que queres…, tenha ‘panca’ pelo homem! Sadia, entenda-se!

Abraço e obrigado pelo comentário.
com todo respeito aos comentarios feitos a impromptu mas,liszt tem outras musicas que para mim sao muito mais sublimes que esta em questao!mito obrigado luciano santana!!
Caro Luciano
Escrevemos sobre a interpretação de Liszt desta Valsa e não de qualquer outra das suas obras. O que diz é evidente e óbvio.
Obrigado pelo comentário.