Os 30 principais accionistas do BPN, ou melhor, da Sociedade Lusa de Negócios, cujo presidente do conselho superior é Rui Machete, irão decidir como deverão encaixar mais-valias com a alienação do que o Estado não nacionalizou. Veja-se o excerto do Jornal de Notícias:
No entanto,
Como é que isto é possível? Não há vergonha! Vigaristas, agiotas, usurários sempre houve, sabemos, a novidade é a falta de vergonha dos dias de hoje.
Vamos lá por partes a ver se entendemos:
1 – não foram os accionistas que nomearam Oliveira e Costa?
2 – Não foram os accionistas que aprovaram todos os relatórios de contas?
3 – Por que razão, como escrevi atrás, o Estado não nacionalizou as empresas que pudessem render mais-valias com a alienação de modo a atenuar os prejuízos que aceitou com o BPN? Porque não nacionalizou a totalidade do Grupo?
Perdoem-me a expressão, mas isto cheira demasiadamente mal e toda a gente, mas toda, sabe donde provém tão nauseabundo odor!
Se não têm ética, haja pelo menos decoro. Dignidade. Sabem o que é? Como pode ser permitido aos accionistas do grupo BPN a realização de mais-valias pessoais depois de terem, durante anos, aprovado as contas de Oliveira e Costa, sendo, para todos os efeitos, os principais responsáveis (por isso são os accionistas principais) pela gestão do BPN e do grupo?
Tags: Banco de Portugal, BPN, Economia e Finanças, Gestão Pública, Indignações, Real Seguros, Rui Machete, Sociedade Lusa de Negócios, Teixeira dos Santos






















[...] ideia não é peregrina, aliás logo na altura defendi o mesmo, por essas e outras razões (aqui e aqui), mas é estranho, no mínimo, que se espere 5 meses para dizer o evidente, uma evidência que o [...]