O Ministério da Educação através do Conselho de Ministros aprovou o ’simplexissímo’ modelo de avaliação do desempenho dos professores e, simultaneamente, fez aprovar uma série de medidas para tentar chamar para o seu lado os professores titulares em fuga das escolas públicas ao dispensar da avaliação os que se encontrem em condições de pedir a reforma até 2011 e os docentes contratados em áreas profissionais, vocacionais e artísticas, não integradas em grupos de recrutamento.
Aproveita, ainda para aumentar em 50% o suplemento de ordenado dos Directores Executivos das Escolas e colocações por 5 anos para o próximo concurso de professores!
Eis o nacional ‘chico espertismo’!
O DN, através de Nuno Saraiva, sob o título ‘Governo aposta tudo na divisão dos professores’ vai mais longe:
Não há vergonha! É o vale tudo, de tudo, para atingir os fins! Que fins? A designação de modelo de avaliação uma vez que do seu conteúdo, da substância, já nada resta!
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Pois é Carlos, de quando em quando ocorre-lhes em lembrança e vá de lançar umas migalhinhas… Deve ser por ser Natal!
Abraço
Mas não é apenas mais uma satisfação às reivindicações dos professores e da célebre plataforma sindical?
É que ainda não vi nenhum professor a dizer que não aceitava a benesse… ou a coerência só está de um lado?
Migalhitas, sim, mas o Teófilo M. também tem razão, Alice. Entãao não é que os senhores professores estão tão caladinhos, aceitando, tacitamente, essas migalhitas? Pois…
Obrigado pelo comentário.
Eh pá, oh estimado Teófilo M.! Tem toda a razão, não me tinha ocorrido! É certo que a sem vergonha do Ministério da Educação e deste governo se mantém, mas os professores, de facto, deveriam manifestar que não aceitariam tais benesses sem primeiro ver cumpridas as suas reivindicações!
Boa…, e obrigado porque segue para post.
Abraço.